Mercado Financeiro

Dólar Comercial R$ 5,22 ▲
Euro R$ 5,64 ▲
Bitcoin +3.2% ▲

Editorias

Companhia exige assento extra e impede embarque de passageira

Uma companhia aérea cobrou assento extra e impediu o embarque de uma passageira. Foto: Reprodução

Uma passageira identificada como Ruby Cosby foi barrada no embarque de uma companhia aérea norte-americana por seu porte físico. O caso veio à tona após a moradora de Nashville relatar que foi impedida de entrar em um voo com destino a Los Angeles no dia 28 de fevereiro. Segundo ela, a justificativa foi que precisaria adquirir um assento adicional.

Ruby, que voa pela Southwest Airlines há anos, afirmou ter sido abordada por um funcionário no portão de embarque. Ele exigiu o pagamento de US$ 450 extras (aproximadamente R$ 2.250) para que ela pudesse viajar. 

Segundo a passageira, o agente alegou que ela não caberia na poltrona, embora ela afirme que sempre se acomodou normalmente nos assentos da empresa. Como não possuía o valor na hora do embarque, ela teve a passagem cancelada. 

Após conseguir ajuda financeira da família, Ruby tentou remarcar a viagem. No entanto, ela enfrentou outro constrangimento. Enquanto um atendente emitia um novo bilhete, outro agente impediu o embarque sem a compra de dois assentos.

Acusação

Desde o final de janeiro de 2026, a Southwest abandonou o sistema de assentos abertos. Agora, passou a adotar assentos marcados. Com isso, a empresa implementou uma nova política para “clientes de porte físico maior”. Ela estabelece que passageiros que ocuparem parte do assento vizinho devem comprar o número de poltronas necessárias.

A companhia alega que a medida visa garantir o conforto e a segurança de todos os passageiros. Além disso, permite o controle exato da ocupação da cabine antes do embarque. “Sinto que essa política pode ser usada injustamente porque não há diretrizes. Essa preocupação se baseia apenas na percepção”, desabafou Ruby.

Para não perder as férias em um cruzeiro pelo México, Ruby acabou comprando uma passagem de última hora pela Delta Airlines. Ela pagou US$ 350 e conseguiu viajar sem a exigência de um segundo assento.

Resposta da companhia 

Em comunicado enviado à revista PEOPLE, a Southwest Airlines defendeu que as mudanças foram comunicadas com antecedência de quase um ano. Além disso, afirmou que estão em conformidade com os padrões da indústria. A empresa reiterou que pode, a seu critério, exigir assentos adicionais por motivos de segurança.

Com informações de Pure People 

O post Companhia exige assento extra e impede embarque de passageira apareceu primeiro em Diário do Pará.

Compartilhe:

Facebook
Twitter
LinkedIn
Pinterest