O futuro do zagueiro Castro ainda não está completamente definido dentro do Paysandu, aparentemente. Afinal de contas, uma eventual perspectiva de retorno foi colocada em evidência nesta quarta-feira (19). Nas redes sociais, o presidente do clube, Márcio Tuma, afirmou que existe a possibilidade de o jogador ser reintegrado ao elenco, embora nenhuma decisão tenha sido tomada até o momento.
Em respostas a questionamentos enviados por torcedores nas redes sociais, o dirigente explicou que as decisões envolvendo Castro e outros jogadores têm como objetivo melhorar o desempenho coletivo da equipe. “Tudo que vem acontecendo em relação não só ao Castro e outros atletas visa melhorar a performance do grupo. Tudo que é feito a cada atleta é em relação ao conjunto”, afirmou Tuma.
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O presidente também ressaltou que a definição dependerá da conduta do jogador e da avaliação da comissão técnica. Segundo ele, as decisões no clube são tomadas, sempre que possível, de forma colegiada. “Se ele vai ser reintegrado ou não, o futuro que vai nos dizer, e depende muito da conduta do atleta, da comissão técnica. Tudo é muito dinâmico e a gente não pode dizer nunca dentro do futebol”, declarou.
Castro treina separado
Enquanto o Paysandu avalia o futuro do defensor, Castro segue treinando separadamente no Estádio da Curuzu. A prioridade da diretoria, neste momento, é encontrar um novo destino para o atleta e evitar a permanência de um jogador na folha salarial sem utilização no restante da temporada. Aos 31 anos, Castro disputou 29 partidas pelo Paysandu em 2026, marcou quatro gols e deu uma assistência.
Apesar dos números dentro de campo, episódios extracampo acabaram pesando na relação entre o jogador e o clube. O zagueiro ainda possui vínculo contratual com o Paysandu, e o processo de rescisão não foi concluído oficialmente. Vale lembrar que Castro foi afastado do elenco pela segunda vez na temporada por descumprimento de normas internas.
Recorrentes atos de indisciplina
O episódio mais recente aconteceu em 1º de julho, no Estádio da Curuzu, e voltou a colocar em discussão a permanência do defensor. Anteriormente, em maio, o jogador havia chegado atrasado a um treinamento na véspera da partida contra o Botafogo-PB, pela Série C do Campeonato Brasileiro. Na ocasião, ficou cerca de três dias afastado das atividades, enquanto a diretoria chegou a avaliar uma possível rescisão contratual.
Com o novo episódio, o Paysandu voltou a analisar a situação do atleta. Agora, porém, a possibilidade de uma reintegração ainda não está descartada. A diretoria deve avaliar os próximos passos em conjunto com a comissão técnica e observar a conduta de Castro antes de tomar uma decisão definitiva sobre o futuro do zagueiro.






