Nesta segunda-feira (04), a família de Matheus Ferreira Rocha, de 22 anos, aguarda a liberação do corpo no Instituto Médico Legal (IML). A previsão é de que o procedimento seja concluído por volta das 14h, quando os familiares devem seguir diretamente para o sepultamento, previsto para ocorrer ainda hoje em um cemitério privado de Marituba.
Devido ao avançado estado de decomposição do corpo, a família optou por não realizar velório. A decisão foi tomada diante das condições em que o cadáver foi encontrado, o que impossibilita uma despedida pública. O sepultamento deve ocorrer de forma direta e restrita aos familiares.
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O corpo de Matheus foi localizado na tarde de domingo (03), enterrado em um terreno privado na Estrada do Ariri, no bairro do Coqueiro, em Ananindeua, na Região Metropolitana de Belém. O local, onde funcionava uma antiga marcenaria atualmente abandonada, passou por perícia da Polícia Científica.
Segundo a Polícia Militar, o corpo apresentava pelo menos oito perfurações provocadas por disparos de arma de fogo. A estimativa é de que o cadáver estivesse no local entre oito e dez dias. O reconhecimento oficial foi feito por um tio da vítima no próprio IML.
Relembre o caso
Matheus Ferreira Rocha estava desaparecido desde a noite do dia 23 de abril, quando foi visto pela última vez em um condomínio às margens da rodovia Mário Covas, enquanto aguardava a chuva diminuir para seguir viagem. Desde então, familiares e forças de segurança realizaram buscas contínuas na tentativa de localizá-lo.
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Durante as investigações, a mãe do jovem afirmou que ele não tinha envolvimento com crimes e cobrou respostas das autoridades. Ela relatou a existência de um possível agiota, informação já repassada à Polícia Civil. Contudo, segundo ela, Matheus não possuía mais nem uma dívida pendente com o homem. O caso segue sendo investigado pela polícia para esclarecer a motivação do crime e identificar os responsáveis.







