Um alerta da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), divulgado nesta sexta, 10, acende um sinal vermelho para os consumidores ao evidenciar como produtos de má qualidade ou sem procedência podem chegar à mesa oferecendo riscos reais à saúde. Entre os casos mais recentes está a proibição e determinação de apreensão do lote 316625 da Mostarda Amarela (3,3 kg) da marca Cepera.
Segundo a própria fabricante, o lote é irregular e nunca foi produzido oficialmente, o que caracteriza um produto sem rastreabilidade. Na prática, isso significa que não há qualquer garantia sobre a origem dos ingredientes nem sobre as condições de fabricação, abrindo margem para contaminações e exposição a substâncias desconhecidas.
Lote de alecrim continha insetos e pelo de animal
Outro caso que reforça a gravidade da situação envolve o lote 0108 do alecrim da marca Nati Sul (Silvano Osvaldo Machado – MK Chás Especiarias), que teve a comercialização e o consumo suspensos após análises laboratoriais apontarem falhas severas de higiene.
Foram identificados insetos vivos no produto, indicando infestação, além da presença de pelos de animais — inteiros e fragmentados — de origem não identificada. Esses elementos são considerados potenciais transmissores de doenças e evidenciam que o alimento foi manipulado e armazenado fora dos padrões sanitários exigidos, tornando-o impróprio para o consumo.
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