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Copa do Mundo: Brasil chega sem favoritismo, mas história traz esperança

Em momentos de desconfiança, a Seleção encontrou força para surpreender e conquistar títulos importantes.

O Brasil chega à Copa do Mundo de 2026 longe do favoritismo que marcou outras gerações. Para muitos torcedores, isso representa preocupação. A história, porém, mostra outro caminho. Em momentos de desconfiança, a Seleção encontrou força para surpreender e conquistar títulos importantes.

Histórico de superação em Copas do Mundo

Em 1994, o time comandado por Carlos Alberto Parreira carregava críticas pelo futebol considerado pragmático. A campanha nas Eliminatórias não encantou e a equipe chegou contestada aos Estados Unidos. No Mundial, entretanto, encontrou consistência, competitividade e levantou o tetracampeonato após 24 anos.

O cenário foi ainda mais turbulento antes da Copa de 2002. Sob comando de Luiz Felipe Scolari, o Brasil sofreu nas Eliminatórias Sul-Americanas, acumulou atuações irregulares e chegou pressionado ao torneio. Depois, Ronaldo, Rivaldo e Ronaldinho transformaram dúvidas em um histórico pentacampeonato.

Quando o favoritismo virou problema

A experiência de 2006 seguiu caminho oposto. Embalada por estrelas como Ronaldinho Gaúcho, Kaká, Adriano e Ronaldo, a Seleção desembarcou na Alemanha apontada como favorita absoluta. A expectativa gigantesca não se confirmou dentro de campo e terminou com eliminação diante da França.

Quando o favoritismo virou problema

Em 2014, jogando em casa, o Brasil novamente carregava enorme pressão popular. Apesar das dúvidas técnicas, a condição de anfitrião alimentava sonhos de título. A campanha terminou de forma traumática com a derrota por 7 a 1 para a Alemanha na semifinal.

Ancelotti tenta repetir fórmula vencedora

Ancelotti e a busca pela superação

O ciclo atual também foi marcado por instabilidade. Após a saída de Tite, passaram pelo comando Ramon Menezes, Fernando Diniz e Dorival Júnior até a chegada de Carlo Ancelotti. Sem um craque dominante e com Neymar longe do auge, a Seleção chega desacreditada. Paradoxalmente, esse pode ser justamente o ingrediente que impulsionou os títulos de 1994 e 2002: menos pressão, mais competitividade e fome de provar valor.

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