O reajuste do piso nacional dos professores da educação básica deu mais um passo: a comissão mista que analisa a proposta no Congresso Nacional deu aval para aumentar 5,4% em 2026 e o piso pode chegar a mais de R$ 5 mil.
O relatório da senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO), que analisou a MP 1334/26, foi aprovado na terça-feira, 19, e estabelece R$ 5.130,63 para os professores que trabalham 40 horas semanais, inclusive os temporários.
Cálculo
Na prática, o reajuste será a soma da inflação de 2025 (medida pelo INPC) com metade da média de crescimento real do dinheiro da educação (Fundeb) nos últimos cinco anos.
Uma inovação do relatório da senadora é que o Ministério da Educação deverá publicar anualmente a memória de cálculo completa utilizada para a atualização do piso.
As informações serão disponibilizadas em plataforma digital de dados abertos, de forma acessível e auditável.
Próximos passos
A MP 1334/26, que já está valendo desde janeiro, precisa ser aprovada pelos Plenários da Câmara e do Senado antes de 1º de junho, para se transformar de fato em lei.
O piso é o valor mínimo que professores devem ganhar em todo o Brasil. As remunerações dos profissionais da educação básica são pagas pelas redes de ensino de estados e municípios, a partir de recursos do Fundeb e incrementos da União.
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