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Morre investigado por suposta coação no caso do cão Orelha

Investigação sobre morte de cachorro segue após morte de um dos indiciados Foto: divulgação/reprodução

Um dos indiciados por suposta coação de testemunha no caso que investiga a morte do cão conhecido como Orelha morreu na madrugada desta segunda-feira, 13 de abril, em Florianópolis (SC). Tony Marcos de Souza, empresário de 52 anos, sofreu um infarto e não resistiu. A família confirmou a morte por meio do advogado Rodrigo Duarte da Silva.

Até agora, não há informações sobre velório e sepultamento. Segundo a investigação, três adultos teriam tentado pressionar o porteiro do prédio onde moram adolescentes investigados por possível envolvimento na morte do animal. Esses episódios ocorreram dias após a repercussão do caso nas redes sociais e na imprensa.

Detalhes da investigação

Em janeiro, a Promotoria especializada na Defesa do Meio Ambiente decidiu encaminhar o procedimento para uma Promotoria Criminal comum. O entendimento preliminar apontou que os conflitos entre os adultos surgiram após desentendimentos pessoais e discussões relacionadas à divulgação de vídeos e áudios sobre o caso.

O encontro do animal

O cão Orelha foi encontrado agonizando em uma praia no início do ano, em janeiro. Moradores prestaram socorro e levaram o animal a atendimento veterinário, mas ele teve de ser eutanasiado devido à gravidade dos ferimentos.

As investigações começaram após uma denúncia de que um grupo de adolescentes seria o responsável pelos maus-tratos ao cachorro. Um laudo pericial posterior não identificou fraturas ou lesões ósseas que comprovassem agressão direta. Mesmo assim, a causa da morte segue sob análise das autoridades, e a investigação continua.

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