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Gilberto Gil brilha na estreia mundial da ópera I-Juca Pirama no Theatro da Paz

Espetáculo inspirado no poema de Gonçalves Dias, aborda o universo indígena amazônico e contou com Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz

Foto: Alexandre Costa/Ag. Pará

A ópera I-Juca Pirama, com libreto de Paulo Coelho e composição musical de Gilberto Gil e Aldo Brizzi, teve sua estreia mundial na noite desta segunda-feira (10), marcando o encerramento do XXIV Festival de Ópera do Theatro da Paz.

O evento contou com a presença da primeira-dama Janja Lula da Silva; dos ministros Marina Silva (Meio Ambiente e Mudança do Clima), Margareth Menezes (Cultura) e Anielle Franco (Igualdade Racial); do presidente do BNDES, Aloizio Mercadante; da secretária de Cultura do Pará, Ursula Vidal; além de Gilberto Gil e sua esposa Flora Gil, e da cantora Gabi Amarantos, entre outras personalidades.

Durante a cerimônia, Gilberto Gil agradeceu ao parceiro de composição:

“Ao Aldo, o meu agradecimento pelo convite para estarmos juntos nesse empreendimento. Vocês presenciaram a estreia deste trabalho, com a obra deste grande homem do Norte que foi, que é e sempre será Gonçalves Dias.”

Inspirada no poema homônimo de Gonçalves Dias, a ópera oferece uma leitura contemporânea do texto clássico, explorando o universo indígena amazônico sob a ótica da ecopoética. A apresentação reuniu a Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, o Coro Carlos Gomes, cantores líricos, artistas do Núcleo de Ópera da Bahia (NOP) e integrantes do povo indígena Huni Kuin, do Acre.

Espetáculo inspirado no poema de Gonçalves Dias, aborda o universo indígena amazônico e contou com Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz

A secretária Ursula Vidal ressaltou a importância do espetáculo:

“É uma honra para o nosso Festival de Ópera encerrar com uma montagem que mergulha no universo simbólico dos povos originários dessa Amazônia tão rica em cultura, memória e ancestralidade.”

A realização é do Núcleo de Ópera da Bahia (NOP), em co-realização com o Governo do Pará, por meio da Secult, e produção da ComArte Produções. O projeto também contou com o apoio do programa Boca de Brasa, da Fundação Gregório de Mattos e da Secretaria de Cultura e Turismo da Prefeitura de Salvador, além de apoio de mídia da France Télévisions, patrocínio do BNDES e apresentação do BB Consórcios.

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