A classificação de candidatos da segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CNU 2) foi atualizada com a publicação de um novo edital que amplia o número de aprovados para preenchimento de vagas remanescentes e adicionais. A nova lista, divulgada pela Escola Nacional de Administração Pública (Enap), contempla 702 candidatos, sendo 242 classificados para vagas imediatas remanescentes e 460 para vagas imediatas adicionais no Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
A reclassificação foi necessária para recompor postos que permaneceram vagos após convocações anteriores e para atender à autorização do governo federal de ampliar o número de servidores em determinados órgãos. Segundo o Ministério da Gestão, a convocação respeita rigorosamente a ordem de classificação, a disponibilidade nas listas de espera e os critérios de proporcionalidade das vagas reservadas para cotistas.
Cargos contemplados
No Ministério da Gestão, o edital contempla o cargo de Analista Técnico-Executivo (ATE), antiga carreira de Analista Técnico-Administrativo, destinada a candidatos com formação superior em qualquer área. Foram abertas 508 vagas, sendo 208 remanescentes e 300 adicionais. A carreira passou por reestruturação com a criação da Carreira de Analista Técnico do Poder Executivo Federal.
Já no INSS, foram disponibilizadas 194 vagas, das quais 34 são remanescentes e 160 adicionais, destinadas ao cargo de Analista do Seguro Social. As oportunidades abrangem especialidades como Serviço Social, Psicologia, Fisioterapia, Terapia Ocupacional, Tecnologia da Informação, Engenharia, Direito, Contabilidade, Administração e Estatística.
Acompanhe as convocações
O resultado divulgado já incorpora os efeitos da nova classificação tanto para o preenchimento das vagas imediatas quanto para as listas de espera. Os candidatos contemplados deverão acompanhar atentamente as convocações específicas de cada órgão, observando prazos, procedimentos e apresentação da documentação exigida para nomeação e posse.
A segunda edição do CNU ofertou inicialmente 3.652 vagas distribuídas entre órgãos da administração pública federal. Com a publicação do novo edital, o governo busca acelerar a recomposição da força de trabalho e aproveitar candidatos já aprovados no certame, evitando a realização de novos processos seletivos para cargos que permaneceram vagos.
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