As Eleições 2026 terão uma sequência de seis votos na urna eletrônica, começando pelo deputado federal e terminando no presidente da República. No primeiro turno, marcado para 4 de outubro, o eleitor também escolherá deputado estadual ou distrital, dois senadores e governador.
A ordem foi definida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e segue uma lógica que começa pelas disputas proporcionais e depois passa para os cargos majoritários. Como haverá duas vagas para o Senado em 2026, o eleitor precisará fazer duas escolhas diferentes para senador.
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QUAL SERÁ A ORDEM DE VOTAÇÃO EM 2026?
A sequência apresentada pela urna eletrônica será:
- Deputado federal – número com quatro dígitos;
- Deputado estadual ou distrital – cinco dígitos;
- Senador – primeira vaga – três dígitos;
- Senador – segunda vaga – três dígitos;
- Governador – dois dígitos;
- Presidente da República – dois dígitos.
A ordem está prevista na Resolução TSE nº 23.751/2026. A norma determina que a urna apresente primeiro os cargos das eleições proporcionais e, depois, os das eleições majoritárias.
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Antes da confirmação, a urna mostra nome, fotografia, cargo e sigla do partido da candidatura. O eleitor deve conferir os dados antes de apertar a tecla “Confirma”.
POR QUE SERÃO DOIS VOTOS PARA SENADOR?
A principal diferença das eleições de 2026 em relação ao pleito de 2022 para o Senado é a quantidade de vagas em disputa.
Neste ano, serão renovados dois terços do Senado Federal, o equivalente a 54 das 81 cadeiras. Por isso, cada estado e o Distrito Federal terão duas vagas em disputa.
Na prática, o eleitor verá duas telas consecutivas destinadas ao Senado e deverá escolher dois candidatos diferentes. Caso o mesmo número seja digitado nas duas vagas, o segundo voto será anulado.
COMO FUNCIONA O VOTO PARA DEPUTADO?
Nas eleições para deputado federal e deputado estadual ou distrital, o eleitor pode votar diretamente em uma candidatura ou optar pelo voto de legenda, digitando o número do partido. Para senador, governador e presidente, o voto é destinado a uma candidatura.
Essa diferença está relacionada aos sistemas eleitorais utilizados no pleito. Deputados são escolhidos pelo sistema proporcional, enquanto senadores, governadores e presidente são eleitos pelo sistema majoritário.
ELEITOR PODE LEVAR UMA COLINHA PARA A CABINE?
Sim. O TSE recomenda que o eleitor leve uma colinha eleitoral impressa, com os números das candidaturas escolhidas, organizada na mesma ordem em que aparecerão na urna.
A Justiça Eleitoral disponibiliza um modelo de colinha para 2026 justamente para facilitar a consulta durante a votação. O material pode ajudar a evitar erros, principalmente porque serão seis votos consecutivos.
O celular, entretanto, não pode ser levado para dentro da cabine de votação. Por isso, a anotação em papel é uma alternativa para consultar os números no momento do voto.
UMA NOVIDADE APARECE NA TELA DA URNA
As urnas eletrônicas das eleições de 2026 terão uma barra de progresso na parte superior da tela. O recurso permitirá ao eleitor visualizar em quais cargos já votou e quantas etapas ainda faltam.
A mudança foi pensada para facilitar a navegação durante uma votação que terá seis escolhas consecutivas. O TSE também disponibiliza um simulador de votação, com candidatos e números fictícios, para que o eleitor possa treinar antes do pleito.
QUANDO SERÃO AS ELEIÇÕES DE 2026?
O primeiro turno das Eleições Gerais de 2026 será realizado no próximo domingo (04/10), das 8h às 17h, pelo horário de Brasília.
Se houver necessidade de segundo turno para presidente ou governador, a nova votação está marcada para 25 de outubro. As disputas proporcionais e para o Senado são decididas no primeiro turno e não têm segundo turno.
Por isso, quem for votar deve chegar à seção eleitoral já com os números das candidaturas anotados e ter atenção especial às duas etapas destinadas ao Senado.






