Uma funcionária de operadora de celular foi identificada pela polícia como suspeita de integrar a quadrilha que assaltou uma joalheria no centro comercial de Belém. O crime ocorreu na tarde de quarta-feira (22) e causou prejuízo estimado em R$ 500 mil.
Segundo as investigações, o plano parecia digno de filme, com criminosos usando falsos uniformes da Polícia Civil para se passar por agentes e agir com rapidez. Mas o desfecho foi bem diferente do esperado, após um erro simples comprometer a fuga do grupo.
Primeiros indícios
A suspeita, identificada como Drika Gonçalves, trabalhava como promotora no bairro do Telégrafo. Ela passou a ser alvo após um erro durante a fuga: um celular teria sido esquecido dentro do carro usado pelo grupo.
O veículo foi localizado na passagem Monte Alegre, no bairro do Jurunas. No interior, os policiais encontraram o aparelho e os fardamentos falsos, o que ajudou a avançar na investigação.
O assalto aconteceu por volta das 13h, no quinto andar do Edifício Lobrás, na rua Conselheiro João Alfredo. Os suspeitos teriam usado a falsa identidade para enganar funcionários e realizar o roubo.
A polícia segue em diligência para localizar os envolvidos. Até o momento, ninguém foi preso, e o caso continua sob investigação.
Confira:
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