Wellington Gonçalves Cedro, assassinado na madrugada deste sábado em Mocajuba, no nordeste do Pará, não era policial militar do Ceará, como chegou a ser divulgado nas redes sociais após o crime. Segundo informações da Polícia, ele trabalhava como vigilante em um projeto de guarda-mirim e já vinha recebendo ameaças atribuídas a integrantes da facção criminosa Comando Vermelho.
A vítima foi baleada quando chegava a um bar acompanhada de uma mulher. De acordo com as informações policiais, dois criminosos chegaram ao local em uma motocicleta e efetuaram os disparos contra Wellington.
Após o crime, policiais militares iniciaram buscas pelos suspeitos pelas ruas de Mocajuba. Durante a perseguição, houve troca de tiros. Os dois homens conseguiram fugir, mas abandonaram a motocicleta usada na ação.
O veículo foi apreendido e encaminhado à Polícia Civil, que deverá realizar uma perícia em busca de impressões digitais e outras informações que possam ajudar na identificação dos envolvidos. A motocicleta tinha registro de roubo.
A possível motivação do assassinato ainda está sendo investigada. Uma das informações levantadas preliminarmente é que as ameaças contra Wellington poderiam estar relacionadas a uma suposta “parceria” com outro homem que também estaria sendo ameaçado há algum tempo.
A natureza dessa relação, porém, ainda não foi esclarecida oficialmente. Também existem relatos informais sobre um possível envolvimento desse homem com a comercialização de armas em Mocajuba, informação que não foi confirmada pelas autoridades e deverá ser apurada durante a investigação.
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