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‘Apliquei mata-leão e comecei a cortar’: o relato de um sanguinário

Caso ocorreu dentro de unidade prisional e está sob investigação.

Um crime de extrema violência dentro de uma unidade prisional chocou autoridades e expôs mais uma vez a fragilidade do sistema carcerário brasileiro. Um detento foi morto dentro da própria cela em um episódio classificado como horror, com requintes de brutalidade que mobilizaram agentes e equipes de investigação.

O detento foi encontrado morto na Penitenciária Dr. Manoel Martins Lisboa Júnior, em Muriaé (MG), com partes do corpo espalhadas do lado de fora da cela e sinais de violência extrema no interior do espaço.

Segundo a direção da unidade, o crime ocorreu um dia antes da descoberta do corpo. Policiais penais que atenderam a ocorrência relataram que se depararam com uma cena considerada de horror ao entrarem na cela, onde a vítima apresentava mutilações graves.

O detento foi encontrado morto na Penitenciária Dr. Manoel Martins Lisboa Júnior, em Muriaé (MG), com partes do corpo espalhadas do lado de fora da cela e sinais de violência extrema.

Motivação ligada a rixa

O principal suspeito foi preso e confessou o crime, detalhando a dinâmica da ação. “Apliquei um mata-leão e depois comecei a cortar”, teria relatado aos investigadores, apontando ainda que a motivação estaria ligada a uma rixa antiga envolvendo agressões anteriores e episódios de homofobia.

Ainda segundo o relato, após cometer o crime, o suspeito teria demonstrado frieza diante da situação. “Ele riu da cena”, informaram autoridades ao descrever o comportamento do autor após a ação.

Investigação e apuração do caso

O caso está sendo investigado pela Polícia Civil, enquanto a direção do presídio instaurou procedimentos administrativos internos para apurar as circunstâncias do crime e eventuais falhas de segurança. O corpo da vítima foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).

A ocorrência reforça o cenário de violência dentro de unidades prisionais e levanta questionamentos sobre controle interno, segurança e convivência entre detentos, especialmente em ambientes marcados por conflitos e rivalidades.

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