O julgamento de um recurso protocolado pelo cantor Bruno Mafra, do grupo Bruno e Trio, que estava previsto para ocorrer nesta quinta-feira (15), na 14ª Sessão Ordinária Virtual da 1ª Turma de Direito Penal do Tribunal de Justiça do Pará, foi retirado de pauta pela Corte. Até o momento, os motivos oficias para a decisão não foram divulgados.
Bruno Mafra foi condenado a 32 anos de prisão em regime fechado pela acusação de estupro das duas filhas, mas recorre da decisão em instância superior por meio de embargos de declaração criminal. O julgamento do recurso estava entre as 44 pautas programadas para ocorrer virtualmente no período de sete dias.
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Com a decisão, o processo foi completamente excluído da lista de julgamentos da sessão. Diferetemente de quando um caso é apenas adiado, o tribunal deverá publicar uma nova intimação oficial para que as partes saibam a nova data e possam se preparar.
Enquanto aguarda o desfecho, o cantor reside atualmente fora do Brasil. Radicado em Portugal, Mafra vem realizando viagens internacionais e, segundo publicações feita por ele nas redes sociais, estava recentemente na China.
Em contato com o DOL, a advogada de defesa de Bruno, Cristina, destacou que o caso segue sob sigilo judicial e não pode ser comentado em detalhes. “De todo modo, a defesa continua sustentando que existem graves nulidades processuais no caso, plenamente passíveis de reforma pelas instâncias competentes, permanecendo convicta de que a Justiça será devidamente realizada ao final da apreciação integral da matéria”, afirmou.
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Em entrevista ao DOL, o advogado das vítimas, Felipe Alvez, declarou que não possui informações sobre as razões que motivaram a retirada de pauta do julgamento.
O processo seguirá em análise pelo Tribunal de Justiça do Pará e uma nova data para a sessão ainda deve ser definida pela Corte.







