A redução dos níveis dos rios e a falta de água em comunidades rurais e ribeirinhas motivaram a Prefeitura de Anajás, no arquipélago do Marajó, a decretar situação de emergência em áreas afetadas pela estiagem. O documento encaminhado à reportagem também prevê a atualização do Decreto nº 1.026/25 – GAB/PMA.
De acordo com o texto, a medida considera os impactos da diminuição dos níveis dos rios e de seus afluentes, associada ao período prolongado de poucas chuvas. Entre as áreas citadas estão comunidades localizadas no alto rio Anajás, onde os efeitos da estiagem podem comprometer o acesso a serviços essenciais e atividades econômicas.
O documento menciona prejuízos à agricultura, à pecuária e ao comércio local, além de dificuldades enfrentadas por comunidades que podem ficar isoladas ou ter o acesso limitado a serviços de transporte, educação e saúde.
Veja o vídeo:
Bairros da área urbana também são citados
Além das áreas rurais e ribeirinhas, o decreto cita bairros da área urbana de Anajás que enfrentam problemas relacionados ao abastecimento de água. São eles: Nova Olinda, Cidade Nova I, Açaizal, Cidade Nova II, Santa Quitéria e Fazendão.
Conforme o texto, a falta de água para o consumo diário está entre os problemas enfrentados pelos moradores dessas localidades.
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O documento classifica a ocorrência como estiagem, conforme a codificação COBRADE 1.4.1.1.0, utilizada na classificação de desastres. O texto também faz referência à Portaria nº 260/2022 e a normas estaduais relacionadas à gestão de situações de emergência.
A decretação municipal é um instrumento administrativo que permite formalizar a situação enfrentada pelas áreas afetadas. Eventuais reconhecimentos pelos governos estadual ou federal dependem de atos específicos das respectivas autoridades.






