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Após mais de uma semana encalhado, navio marcante é retirado no Marajó

A segurança da navegação nas águas do Norte do país é constantemente desafiada pelas peculiaridades geográficas da região, como bancos de areia e marés imprevisíveis. Episódios de encalhe, embora não sejam rotineiros, exigem ação rápida das autoridades marítimas para evitar danos ambientais e garantir a segurança das embarcações e pessoas.

Depois de permanecer encalhado por mais de uma semana, o navio mercante W M F Express, de bandeira da Guiné-Bissau, foi desencalhado com sucesso na manhã da última quinta-feira (11), nas proximidades do município de Soure, na ilha do Marajó, no Pará.

Segundo informações da Capitania dos Portos da Amazônia Oriental (CPAOR), a embarcação havia ficado presa em um banco de areia conhecido como “Coroa da Muriçoca”. Após a operação de salvamento autorizada pela autoridade marítima, o navio foi removido e conduzido a um local seguro.

Ainda de acordo com a CPAOR, uma vez liberada a área de risco, foi autorizada sua movimentação até a área de fundeio mais próxima, localizada nas imediações da Ilha de Mosqueiro (PA), onde a embarcação permanece sob monitoramento e em segurança.

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A Capitania dos Portos instaurou um Inquérito Administrativo sobre Acidentes e Fatos da Navegação (IAFN) para apurar as causas e possíveis responsabilidades relacionadas ao incidente.

Para denúncias ou informações sobre situações que possam colocar em risco a vida humana no mar ou em rios navegáveis, a segurança da navegação, ou que representem ameaça ao meio ambiente, a Marinha do Brasil disponibiliza os canais de atendimento:

  • Disque Emergências Marítimas e Fluviais: 185
  • Capitania dos Portos da Amazônia Oriental (CPAOR):
  • Telefone fixo: (91) 3218-3950
  • WhatsApp: (91) 98134-3000

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