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segunda-feira, abril 15, 2024
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Alternativas e tratamento para compulsão alimentar 

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A compulsão alimentar é um distúrbio complexo que, frequentemente, está enraizado em questões psicológicas e emocionais. Profissionais da saúde alertam para a importância de um tratamento abrangente, que combine acompanhamento psicológico, aconselhamento dietético e, se necessário, intervenções psiquiátricas e farmacêuticas.

De acordo com a psicóloga Karine Hamad Vieira, Mestre em Teoria e Pesquisa do Comportamento, pela UFPA, a terapia cognitivo-comportamental desempenha um papel crucial no auxílio aos pacientes que enfrentam padrões disfuncionais de pensamento e comportamento relacionados à comida.

“Pela perspectiva dessa abordagem, podemos pensar sobre o autoconhecimento e também sobre a psicoeducação, onde pode ser possível compreender e assim, alterar o que chamamos de padrões de pensamentos e emoções, que levam ao comportamento disfuncional frente ao estímulo, que no caso, pode ser a comida”, explica.

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A nutricionista Jamile Khaled destaca a necessidade de um recomeço no comportamento alimentar e social dos pacientes que sofrem de compulsão alimentar. Ela enfatiza a importância de uma abordagem holística, que inclua medicação, terapia e acompanhamento nutricional próximo.

 “O tratamento da compulsão alimentar consiste de um restart no comportamento alimentar e social desse paciente. Então ele vai ser tratado com medicação, dependendo do grau de compulsão, fazer bastante terapia e ter um acompanhamento nutricional de perto”, esclarece Jamile.

É importante ressaltar que a compulsão alimentar não está necessariamente ligada a um alimento específico, mas sim a questões emocionais e psiquiátricas. No entanto, certos alimentos ultraprocessados podem desencadear preferências alimentares nesse contexto.

Diante dessas orientações profissionais fica evidente que o tratamento da compulsão alimentar demanda uma abordagem multifacetada, que considere não apenas os aspectos físicos, mas também os emocionais e comportamentais dos pacientes afetados por esse distúrbio.

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Repórter: Mayra Monteiro

“Orgulhosamente paraense. Atua como repórter no DOL e assessora de comunicação do Instituto Tradição do Pará. Formada em Comunicação Social – Jornalismo pela Estácio FAP, é apaixonada por ouvir e contar histórias, assim como aprender e compartilhar experiências”.

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