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Terremoto devasta infraestrutura do Japão e deixa rastro de prejuízos; veja como ficou

Rachaduras profundas, deslizamentos e destruição urbana marcam o cenário do Japão após o forte terremoto registrado em 27/07/26.

O Japão enfrenta um cenário devastador de prejuízos materiais e colapso de infraestrutura após o violento terremoto que atingiu o país no dia 27/07/26. Imagens capturadas logo após o abalo mostram a dimensão dos estragos em diversas províncias: rodovias estaduais e federais completamente rachadas, asfalto retorcido, desabamento de imóveis residenciais e comerciais, além de incêndios de grandes proporções que consumiram bairros inteiros em regiões mais afetadas pelo sismo.

A destruição da malha viária e de serviços essenciais paralisou cidades e isolou comunidades. Com fendas profundas nas estradas e deslizamentos de terra bloqueando passagens estratégicas, a chegada de suprimentos e o deslocamento de equipes de resgate foram severamente prejudicados. Dezenas de milhares de residências ficaram sem abastecimento de água potável e energia elétrica. O impacto financeiro e estrutural mobilizou prefeituras e o governo central na tentativa de conter chamas, remover escombros e avaliar as perdas econômicas no comércio e nos serviços públicos.

Primeiro ministro relata gravidade dos danos

Em declaração oficial à imprensa, a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, enfatizou a gravidade dos danos e as barreiras logísticas impostas pelo desastre. “Houve cortes de energia e incêndios em algumas áreas, além de danos a estradas e pontes e o desabamento de prédios. Acima de tudo, peço a todos que tomem medidas para se protegerem, incluindo a retirada para um local seguro.”, afirmou a chefe do Executivo nacional. Takaichi informou ainda que forças de defesa e equipes de emergência foram acionadas em regime de urgência para desobstruir vias prioritárias e prestar auxílio aos moradores soterrados sob as estruturas destruídas.

Prejuízos totais ainda em levantamento

Além dos colapsos terrestres, o abalo sísmico gerou alertas de tsunami e provocou ondas que avançaram sobre a costa oeste do país, inundando zonas portuárias e danificando barcos e infraestruturas marítimas. Os prejuízos totais continuam sendo levantados por órgãos governamentais e companhias seguradoras, enquanto o Japão inicia o complexo trabalho de reconstrução e assistência às populações atingidas pela tragédia.

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