A jornalista Érika Leal, da Record Brasília, morreu nesta terça-feira (7), aos 47 anos, após passar quase dois meses internada em coma em decorrência de um acidente doméstico com fogo. A informação foi confirmada pela emissora, que lamentou a morte da profissional em nota publicada nas redes sociais.
Segundo relatos de amigos e familiares compartilhados nas redes, Érika participava de uma celebração quando sofreu queimaduras provocadas por uma fogueira.
Ela teve mais de 60% do corpo atingido e foi internada no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), em Brasília, onde permaneceu por mais de um mês na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). A jornalista não resistiu aos ferimentos.
Com trajetória conhecida no jornalismo da capital federal, Érika Leal construiu carreira em diferentes veículos de comunicação. Antes da passagem pela Record, ela também trabalhou em redações como o Jornal de Brasília e a Band. Na emissora paulista, onde estava havia cerca de sete anos, consolidou a atuação na cobertura jornalística em Brasília.
Além do trabalho na televisão, a jornalista também apresentava o programa Interesse Público, do Ministério Público Federal, exibido pela TV Justiça.
A morte de Érika gerou comoção entre colegas de profissão, amigos e telespectadores. Nas redes sociais, mensagens de despedida destacaram a trajetória da jornalista e o carinho que ela despertava no ambiente de trabalho e fora dele.
Até o momento, não foram divulgadas informações detalhadas sobre velório e sepultamento.
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