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Saiba quem assume o Paysandu após renuncia de Roger Aguilera

A crise financeira, esportiva e administrativa do Paysandu ganhou um novo e decisivo capítulo nesta segunda-feira (22). O empresário Roger Aguilera renunciou, de forma irrevogável, ao cargo de presidente do clube. A decisão foi oficializada por meio de uma carta aberta direcionada à torcida bicolor e aos poderes do clube, confirmando as especulações que vinham circulando nos bastidores da Curuzu.

A saída de Aguilera ocorre após semanas de forte pressão interna e externa, intensificada pela ausência do dirigente em compromissos recentes, como o lançamento da nova camisa e a apresentação do novo técnico. Eleito no fim de 2024 para comandar o Paysandu no biênio 2025-2026, o agora ex-presidente enfrentava um cenário de instabilidade agravado pelos resultados negativos dentro e fora de campo.

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De acordo com o estatuto do clube, o primeiro vice-presidente, Márcio Tuma, é quem assume a presidência do Paysandu. Vale destacar que o atual mandato da diretoria se estende até o final de 2026, o que torna o processo de sucessão um tema sensível neste momento.

Desde a confirmação do rebaixamento, Roger Aguilera não se pronunciava publicamente, o que aumentou a cobrança por um posicionamento mais claro da presidência. Nesse período, quem passou a ganhar protagonismo foi o ex-presidente Alberto Maia, chefe da comitiva criada para conduzir o processo de reconstrução administrativa e esportiva do clube.

A despedida de Roger Aguilera

Na carta de despedida, Aguilera ressaltou sua ligação histórica com o Paysandu, relembrou mais de 25 anos de atuação voluntária na administração do clube e afirmou que continuará colaborando com a instituição, mesmo sem ocupar cargo formal. O dirigente também desejou sucesso à próxima gestão e defendeu um processo de “total renovação” visando a temporada de 2026.

Roger Aguilera tinha como vice-presidentes Márcio Tuma e Diego Moura. Com a renúncia confirmada, o Paysandu deve definir nos próximos dias os encaminhamentos administrativos e políticos para a sucessão no comando do clube, em meio a um dos períodos mais delicados de sua história recente.

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