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Remo vai encarar maratona de dez jogos em trinta dias

Com jogos fora e duelos contra gigantes, Condé prepara o time para desafios que podem definir seu rumo na temporada – Foto: Samara Miranda/Remo

No último domingo, dia 29, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) oficializou os horários e datas das rodadas 11 a 17 da Série A do Campeonato Brasileiro. O Clube do Remo terá uma sequência exigente contra adversários tradicionais. A primeira dessas partidas será no dia 11, contra o Vasco-RJ, às 16h30, no Mangueirão. Antes, o time azulino ainda terá dois compromissos complicados fora de casa, contra Santos nesta quinta-feira, 2 de abril, às 19h, na Vila Belmiro; e depois diante do Grêmio-RS, dia 5, às 20h30, em Porto Alegre (RS).

A agenda remista segue para mais uma viagem para jogar fora, dessa vez para enfrentar o Bragantino-SP, dia 19, às 18h30. Na rodada seguinte, o time retorna à Belém para encarar o Cruzeiro-MG, dia 25, também às 18h30. Esse confronto, em especial, deve mudar de local. O estádio estadual receberá o show da banda estadunidense do Guns N’ Roses, o que pode levar a partida para o Baenão.

Leão tenta ajustar datas e locais

A diretoria azulina já atua nos bastidores para viabilizar oficialmente a mudança de local, mas isso demandaria algumas adaptações do Evandro Almeida. A possibilidade de antecipação ou adiamento do jogo é considerada remota, em virtude do apertado calendário nacional, com os dois times tendo compromissos na sequência. A Raposa, por exemplo, joga três dias depois contra o Boca Juniors, na terceira rodada da primeira fase da Libertadores, no Mineirão.

O Remo joga três dias antes contra o Bahia-BA, em Salvador (BA), no confronto de ida da quinta fase da Copa do Brasil. No mesmo dia, o Cruzeiro enfrenta o Goiás-GO, pela mesma competição. Por isso, o Baenão surge como alternativa mais viável para garantir a realização da partida, a menos que as equipes e a CBF concordem em levar o confronto para outro estado.

Léo Condé comenta sobre o calendário azulino

A maratona de jogos foi uma situação citada pelo técnico Léo Condé após o empate com o Monte Roraima-RR, domingo passado. Contando Copa Norte, Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro, o time azulino terá uma sequência de dez jogos em 30 dias.

O zagueiro Marllon, por exemplo, foi titular porque está suspenso para o jogo desta quinta-feira, diante do Santos, por causa do terceiro cartão amarelo, mas ele deixou o campo sentindo um desconforto muscular e já passa a ser dúvida para o confronto contra o Grêmio. O capitão azulino chegou a conversar com o trio de arbitragem da partida para uma interrupção enquanto a chuva ainda era muito forte, o que não aconteceu. “Realmente estava impraticável, mas o problema é a pressão que é exercida em cima de todos, porque você pode adiar o jogo para segunda, terça, mas aí tem jogo na quinta. A grande verdade é que o nosso calendário ficou com muitos jogos em um intervalo muito curto”, comentou Condé.

A forma como a partida transcorreu, com a forte chuva, impactou no planejamento da comissão técnica para o confronto. Condé explicou que precisou segurar algumas alterações que estavam previstas, priorizando a integridade física dos jogadores. “Tivemos que segurar um ou outro atleta para não correr riscos de perder jogadores para a Série A, como aconteceu com o Marllon, que acabou saindo. Vejo que esse é o foco central neste momento”.

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