O jogo deste sábado, pela penúltima rodada da Série B, pode sacramentar o acesso do Clube do Remo para a Série A do Brasileiro após 32 anos. Para isso, o time remista precisa vencer o Avaí-SC e torcer para que Criciúma-SC e Chapecoense-SC percam suas partidas. Mas, mesmo com o time catarinense apenas cumprindo tabela e em dificuldade financeira, a ordem é manter o foco em busca do triunfo.
Em crise e sem receber salários há dois meses, o elenco do Avaí-SC fez um protesto de não treinar na quarta-feira, voltando ao trabalho ontem. Para o meia Diego Hernández, os problemas do adversário não devem ser levados em conta, com as preocupações e atenções voltadas somente ao que podem fazer em campo para chegar à vitória. “Temos que nos focar em nós mesmos. O que acontece no Avaí-SC é uma coisa deles, eles têm que se preocupar. Nós já temos bastante para trabalhar e para fazer. Então, nada de nos preocuparmos e espero que a partida seja boa para a gente”.
O meia uruguaio garante que vê a equipe catarinense como muito perigosa pela situação que vive. “Eu sempre falo que os times que não jogam por mais nada, porque não sobem nem caem, são dos mais difíceis. Porque eles já estão em uma etapa do ano que estão relaxados, soltos. Então, eu acho que são as partidas mais difíceis que aqueles que têm confronto direto. Temos que subir e teremos uma grande oportunidade este fim de semana”.
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