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Quanto custa manter um pet? Entenda os gastos mensais!

Ter um pet em casa é sinônimo de companhia, carinho e momentos de alegria. No entanto, antes de adotar ou “comprar” um animal de estimação, é importante que os futuros tutores avaliem não apenas o desejo de ter um companheiro, mas também os custos envolvidos para garantir qualidade de vida ao animal.

Alimentação, consultas veterinárias, vacinas, exames, medicamentos, banho e tosa fazem parte da rotina de cuidados e podem representar um impacto significativo no orçamento familiar. Mas, afinal, quanto custa manter um pet por mês?

Segundo o médico-veterinário Kaytson Vila Nova, a decisão de ter um animal deve ser acompanhada de planejamento. Além do espaço adequado e do tempo disponível para os cuidados diários, é fundamental considerar os gastos que surgirão ao longo da vida do pet.

“Na hora de escolher se você vai ter um pet, seja cão, gato ou até mesmo um animal exótico, é necessário levar algumas coisas em consideração: espaço, tempo e custo. Esses animais demandam consultas periódicas, exames laboratoriais para acompanhamento da saúde e, eventualmente, exames de imagem, como ultrassom e raio-X, caso apresentem algum problema. Além disso, existem os gastos fixos com alimentação e produtos de higiene”, explica.


O especialista lembra ainda que os custos mensais podem variar conforme o porte do animal, o tipo de alimentação escolhida e os cuidados necessários.

“Em média, esse custo pode ficar entre R$ 200 e R$ 300 por mês, considerando alimentação e higiene. Mas esse valor varia de acordo com o tipo de ração consumida, a pelagem do animal e a necessidade de serviços como banho e tosa”, afirma.

A alimentação, inclusive, é apontada pelos especialistas como um dos fatores mais importantes para garantir saúde e longevidade ao pet.

“Às vezes, investir um pouco mais em uma ração de melhor qualidade faz toda a diferença. Quando o animal recebe uma alimentação balanceada, as chances de desenvolver determinadas doenças ao longo da vida são menores”, ressalta o veterinário.

Gastos podem aumentar em situações inesperadas

O tutor João Rebli conhece bem essa realidade. Dono do cachorro Pingo, um cão da raça Pinscher, de sete anos, ele calcula que os gastos mensais com o animal giram em torno de R$ 500.

“Os principais gastos são com vacinas, consultas veterinárias, exames de rotina e medicamentos. É um investimento constante para manter a saúde dele em dia”, conta.

Além das despesas regulares, João destaca que situações inesperadas podem aumentar significativamente os custos.

“Recentemente, o Pingo foi diagnosticado com a doença do carrapato e precisou iniciar um tratamento. Até agora, já gastamos aproximadamente R$ 4 mil entre consultas, exames e medicamentos”, relata.

Experiências como essa reforçam a importância de manter uma reserva financeira para emergências envolvendo os animais de estimação.

Apesar dos gastos, João não tem dúvidas de que o investimento vale a pena. “O Pingo faz parte da família. Ele é muito companheiro e só traz coisas boas para dentro de casa. É a alegria da nossa casa”, afirma.

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Planejamento é fundamental

Especialistas alertam que ter um pet envolve responsabilidade e compromisso financeiro de longo prazo. Além dos custos mensais, os tutores devem estar preparados para despesas inesperadas relacionadas à saúde do animal.

Por isso, antes de adotar ou comprar um pet, a recomendação é pesquisar os custos envolvidos, avaliar a realidade financeira da família e garantir que haverá condições de oferecer todos os cuidados necessários.

Mais do que companhia, um animal de estimação depende de atenção, carinho e investimentos constantes para viver com saúde e bem-estar.

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