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Paysandu repatria Kauê Azevedo para fortalecer projeto esportivo

Depois de uma temporada marcada por reformulações e pela busca de reconstrução dentro e fora de campo, o Paysandu segue apostando em um modelo de gestão voltado para identificação e valorização de talentos. Mesmo com o rebaixamento para a Série C em 2025, o clube enxergou alguns pontos positivos nos bastidores, especialmente no departamento de análise de mercado.

Agora, de olho em um projeto mais sustentável e competitivo para 2026, o Papão confirmou o retorno do analista de mercado Kauê Azevedo, responsável pela chegada de atletas que ganharam destaque ao longo da temporada com a camisa bicolor, como Maurício Garcez e Diogo Oliveira, que terminaram a Série B sendo os destaques da equipe.

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Após deixar o Paysandu por questões familiares e seguir para o Guarani, o profissional ainda passou pelo Ceará antes de acertar o retorno à Curuzu. De volta ao clube, Kauê terá a missão de reforçar o processo de observação e contratação de atletas com potencial técnico e financeiro, visando futuras negociações e fortalecimento do elenco.

Em contato exclusivo com o DOL, o analista explicou como pretende conduzir o trabalho nesta nova etapa no Paysandu. “O Tuma falou e não dá pra dizer não para o presidente né (risos). Depois de sair do Ceará, recebo mais uma vez essa grande oportunidade e fico muito feliz de voltar neste momento. A gente sabe onde o clube precisa melhorar e evoluir”, frisou.

Novo projeto do Papão

Kauê também destacou o retorno ao Papão, anunciado pelo presidente Márcio Tuma. “Volto com muita convicção que esse clube organizado e estruturado, não tem outro caminho de comprar e adquirir atletas a valor baixo e depois vender com valor mais alto, como fez com o Pedro Henrique. Não tem outro caminho a ser feito. Esse é o perfil de mercado no momento”, afirmou o profissional.

Kauê também ressaltou a importância de um trabalho contínuo de observação regional, principalmente nas regiões Norte e Nordeste. “Muito bom em saber o projeto que o Paysandu está abrindo. Tem sempre que estar alguém do Paysandu presente em torneios do Norte e Nordeste acompanhando atletas. Não tem outro caminho de subir para a Série B e principalmente parar de cair. Temos que ter acessos sólidos. O Paysandu é uma potência muito forte”, concluiu.

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