A boa campanha na Série C do Campeonato Brasileiro não diminui o nível de exigência dentro do Paysandu. Pelo contrário. Com a classificação ao quadrangular decisivo que definirá os acessos à Série B bem encaminhada, a diretoria bicolor já trabalha nos bastidores para fortalecer o elenco antes da etapa mais importante da temporada.
À frente do departamento de futebol, Alberto Maia revelou que o clube pretende ir ao mercado em busca de reforços capazes de elevar o nível competitivo da equipe. Segundo o dirigente, a meta é contratar entre três e cinco jogadores, desde que atendam aos critérios técnicos e comportamentais estabelecidos pelo clube.
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REFORÇOS EM POSIÇÕES ESTRATÉGICAS
Durante entrevista, Maia destacou que algumas posições já foram identificadas como prioridades para o período de contratações. “A gente precisa trazer no mínimo de três a cinco jogadores. Agora, vou trazer se for jogador dentro das qualidades técnicas, de caráter, de dedicação, como nós queremos”, afirmou.
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O dirigente detalhou ainda os setores que precisam de atenção para a sequência da competição. “Nós precisamos de um zagueiro. Nós precisamos de um volante. Nós precisamos de um extremo”, declarou.
Além dessas posições, a diretoria também avalia a possibilidade de buscar mais uma opção para a lateral direita, ampliando a concorrência e garantindo maior segurança para a reta final da Série C.
PREOCUPAÇÃO COM LESÕES ENTRA NO PLANEJAMENTO
Ao comentar a situação da lateral direita, Alberto Maia explicou que a análise não está relacionada apenas ao desempenho dos atletas atualmente no elenco, mas também à necessidade de prevenção diante dos desafios da fase decisiva. “Se avalia a necessidade de um lateral direito. O Edilson está fazendo uma excelente campanha esse ano, mas a gente se preocupa com lesão”, disse.
O dirigente também comentou sobre o desempenho de Capixaba e destacou a entrega do jogador quando foi acionado. “O Capixaba, ontem, entendi até que ele não comprometeu, se esforçou, se dedicou”, avaliou.
ALERTA PARA OS DESAFIOS DO QUADRANGULAR
Para Alberto Maia, o histórico recente da competição mostra que uma grande campanha na primeira fase não garante o acesso. Por isso, o clube trabalha para chegar ainda mais fortalecido ao momento decisivo. “O quadrangular é um campeonato à parte”, ressaltou o diretor de futebol.
Como exemplo, ele citou a campanha do Caxias na temporada passada. “O Júnior Rocha mesmo comandava o Caxias ano passado. Terminou a primeira fase em primeiro lugar e, infelizmente, não conseguiu o acesso”, lembrou.
A experiência recente serve como alerta para o Paysandu. Apesar de estar na disputa da liderança da Série C, a diretoria entende que o verdadeiro desafio começa no quadrangular final e, por isso, já se movimenta para qualificar o elenco e aumentar as chances de conquistar o retorno à Série B.







