O empresariado paraense consolida sua força e prestígio na esfera federal. O empresário Isan Anijar, atual presidente da Associação Comercial do Pará (ACP), foi eleito nesta sexta-feira, 30 de outubro de 2026, para o cargo de 1º vice-presidente da Federação das Associações Comerciais do Brasil.
A eleição representa um marco estratégico para a Região Norte, colocando uma das principais vozes da economia da Amazônia em uma posição de protagonismo no associativismo nacional.
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A escolha do nome de Anijar reflete não apenas o reconhecimento de sua trajetória corporativa, mas também o momento de projeção global e econômica que o estado do Pará vivencia.
Trajetória de Liderança e Desafios Estruturais
Isan Anijar é sócio-diretor do Grupo Marmobraz e acumula uma sólida reputação no ambiente corporativo local, tendo sido laureado com o título de “Empresário do Ano” pela própria ACP. Ele assumiu o comando da ACP em abril de 2026 para o biênio 2026-2028, sucedendo Elizabete Grunvald, com uma plataforma focada na modernização do mercado, atração de investimentos e inovação tecnológica.
À frente da instituição empresarial mais longeva do estado, Anijar tem liderado articulações complexas de grande interesse público e privado, tais como:
- Desenvolvimento e Infraestrutura: Discussões ativas acerca de projetos logísticos vitais como a Ferrogrão, o Pedral do Lourenço e a exploração da Margem Equatorial.
- Revitalização Urbana: Planejamento junto ao poder público para a reorganização do centro comercial histórico e atualização do Plano Diretor de Belém.
- Incentivo ao Empreendedorismo: Fortalecimento de feiras de grande porte, como a tradicional Pará Negócios, visando a capacitação e a geração de milhões em novos acordos comerciais.
Atuação no Cenário Nacional
Ao ocupar a primeira vice-presidência na federação brasileira, o dirigente paraense passa a ter papel direto nas decisões que impactam micro, pequenas e grandes empresas em todo o país. O fortalecimento do associativismo, a desburocratização tributária e a criação de redes integradas de negócios entre os estados estão entre as prioridades do segmento.
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A ascensão de lideranças locais ao topo das confederações nacionais reforça a descentralização econômica e assegura que as demandas estruturais das frentes produtivas do Norte tenham voz ativa e representação direta nas tomadas de decisões em Brasília.






