Embora o rebaixamento seja dado como certo por grande parte da torcida e até mesmo pelo técnico Márcio Fernandes, que aconselhou a diretoria do Paysandu a ir logo se planejando para 2026, a pá de cal na sepultura bicolor pode ocorrer na próxima sexta-feira. É quando o Papão vai enfrentar o Atlético-GO, em Goiânia, pela 35ª rodada da Série B do Brasileiro. Uma nova derrota – ou até mesmo um empate – da equipe alviceleste, que é lanterna da Segundona, com apenas 27 pontos, na 20ª colocação, acaba de vez com qualquer chance do grupo evitar a queda para a Série C de 2026. O adversário é justamente o algoz que decretou a última queda bicolor para a Terceirona.
O confronto passado aconteceu no ano de 2018, quando o Papão vivia situação delicada na Série B, mas muito menos caótica que a de hoje. Na época, o time paraense entrou em campo para enfrentar o adversário goiano, quando era o 17º colocado, com 43 pontos, precisando vencer o Atlético, na Curuzu, para chegar a 46, mesma pontuação do Oeste-SP, que era o primeiro time fora da zona de queda. Vencendo o confronto, o Paysandu, no entanto, ultrapassaria o time paulista no número de vitórias – 11 a 9 – e consequentemente evitaria a queda. Mas, o placar final da partida teve resultado amargo para a Fiel: 5 a 2 para o adversário.
Como deve jogar o time do Paysandu?
Na partida de ida, na Curuzu, entre as equipes, houve empate por 2 a 2. Agora, o Papão vai a campo com os dois pés dentro da Série C. Um rebaixamento que pode ser ratificado no jogo na capital de Goiás. Uma vitória bicolor, além de surpreender a torcida bicolor, pode manter as remotas possibilidade de o time se manter na Série B. O time bicolor viaja para Goiânia na quarta ou quinta-feira, com o técnico Márcio Fernandes podendo contar com Maurício Garcez. O atacante não pôde enfrentar o Avaí-SC por conta de questões contratuais.
Mas, além do retorno de Garcez, Fernandes poderá fazer outras alterações em sua equipe. O comandante bicolor não ficou nenhum pouco satisfeito com a atuação de seu time no 1º tempo da partida passada. Uma apresentação, de fato, que o torcedor prefere esquecer. Tão feia que o técnico foi obrigado a dar um “puxão de orelha” em seus comandados, no intervalo, e promover alterações na formação do time para a 2ª etapa. O Paysandu deu uma melhorada, sem dúvida, mas insuficiente para evitar a vitória do visitante.
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