O meia Felipe Gedoz, de 32 anos, ex-jogador profissional com passagens por Remo e Athletico Paranaense, foi o protagonista da final do Municipal de Arroio do Meio, cidade do Rio Grande do Sul, ao abrir o placar e demonstrar forte emoção após o gol.
A partida entre União e Rui Barbosa terminou empatada em 1 a 1, deixando a decisão do título para o próximo domingo. O resultado mantém o confronto totalmente aberto após um duelo equilibrado. Gedoz é jogador do União.
Confira:
Após o jogo, Gedoz destacou a importância do momento e o impacto emocional de voltar a marcar. Sobre o alívio imediato: “Acho que eu precisava desse gol. A realidade era essa.”
O jogador também comentou sobre a dificuldade de o público enxergar o lado humano dos atletas e suas questões fora de campo. Sobre a incompreensão do público quanto ao lado humano do atleta: “Ninguém sabe o que que acontece com a gente. É simplesmente só quero ver se a gente tá bem aqui dentro, fazendo gol”.
Desabafo após o gol e reflexão sobre pressão
Gedoz ainda fez um desabafo sobre a diferença entre o desempenho dentro de campo e a realidade pessoal fora dele. Sobre o contraste entre o sucesso em campo e o sofrimento pessoal: “Fiz o gol ali, tá mil maravilha e tá tudo certo. Mas e lá fora é onde a gente chora todo dia, onde a gente sofre todo dia.”
O atleta também comentou sobre a pressão e a responsabilidade no futebol. Sobre a aceitação da responsabilidade e da pressão: “A cobrança tem que existir e ainda mais em cima de mim, mas é o que eu sempre falo: independente do lugar que eu joguei aqui dentro, eu sou mais um. E eu carrego a responsabilidade, sim. Por que não?”
Por fim, Gedoz aproveitou para agradecer o apoio da família e reconhecer momentos de autocrítica ao longo da carreira. Sobre a influência da família e a autocrítica: “Agradecer aqueles que nunca desistem de mim, principalmente minha mãe, minha esposa… Às vezes a gente se acomoda um pouco.”
Relembre a passagem de Gedoz pelo Baenão
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