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Há 115 anos Leão passava de Grupo para Clube do Remo 

O Clube do Remo celebra neste sábado (15) os 115 anos da reorganização que ajudou a definir os rumos da instituição. A data histórica de 15 de agosto de 1911 é lembrada pelo clube como um momento decisivo para a continuidade do então Grupo do Remo e para a construção das bases do que viria a ser o atual Rei da Amazônia.

Segundo os registros da época, a reorganização foi conduzida por onze remistas que se uniram em torno da continuidade da instituição. Fazem parte desse capítulo da história do clube Oscar Saltão, Antonico Silva, Geraldo Mota (Rubilar), Jaime Lima, Cândido Jucá, Harley Collet, Nertan Collet, Severino Poggy, Mário Araújo, Palmério Pinto e Elzeman Magalhães.

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O clube destaca que a iniciativa daquele grupo foi fundamental para manter viva a instituição e estabelecer as bases para as gerações seguintes.

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DATA HISTÓRICA PARA O REI DA AMAZÔNIA

Em publicação nas redes sociais, o Clube do Remo ressaltou o significado da data para sua trajetória e classificou o episódio como um marco permanente na história azul-marinho.

A reorganização de 1911 representa, na narrativa do clube, um momento de união em torno de um objetivo comum: preservar o Remo e assegurar a continuidade de sua história.

Mais de um século depois, os 11 nomes permanecem associados a um dos capítulos considerados fundamentais na trajetória do clube paraense.

LEGADO QUE ATRAVESSA GERAÇÕES

Ao recordar a data, o Remo reforçou a ideia de que o legado construído naquele momento ultrapassou a geração responsável pela reorganização. “Onze nomes, um propósito e um legado que atravessa gerações”, destacou o clube na homenagem.

A instituição também ressaltou que, há 115 anos, aqueles remistas contribuíram para manter vivo o clube que hoje carrega o apelido de Rei da Amazônia.

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