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Favarin aponta queda física no Remo após empate: “Não é de hoje”

O auxiliar Diego Favarin analisou o empate do Remo com o Botafogo-SP no Mangueirão e apontou que o início de segundo tempo abaixo foi determinante para o tropeço. Ele destacou que o time começou bem, mas não conseguiu sustentar a intensidade durante toda a partida.

“A gente sabia que o Botafogo ia dificultar, mesmo estando lá na parte de baixo na tabela. A nossa avaliação foi que a equipe no início do jogo foi a procura do resultado, iniciou abrindo o placar e evitando as transições do Botafogo”, comentou.

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Favarin reconheceu a frustração pelo resultado diante de 32 mil torcedores e enfatizou que o elenco segue trabalhando em busca do acesso. Segundo ele, o grupo está focado no objetivo principal e tem consciência do que precisa melhorar.

“Pagamos um preço alto pelo início ruim no segundo tempo, sofremos o empate. Saímos frustrados por não termos conseguido o resultado. Mas estamos com um só objetivo e vamos trabalhar muito”, ressaltou.

O auxiliar também comentou sobre a queda física da equipe nas etapas finais. Para ele, o desgaste foi mais visível devido ao tempo de inatividade de alguns atletas que voltaram recentemente.

“Falando da parte física, também é um fato, que não é de hoje, os nossos segundos tempos, ao invés do Remo aproveitar o fator casa, tem sentido o desgaste, e o adversário tem se colocado em uma condição melhor nos minutos finais”, avaliou.

Favarin explicou que o elenco vem sofrendo com desfalques por lesão, o que dificulta a manutenção de um ritmo forte durante todo o jogo. Jogadores como PH, Régis, Diego Hernández e Freitas sentiram a falta de sequência.

“O PH, por exemplo, não atua com frequência, o Régis voltando, o Diego está na primeira aparição, o Freitas só tinha entrado uma vez em casa. É evidente que temos, por lesão, um conjunto de jogadores que tem feito alguma falta. Tem que buscar no elenco, trabalhador e bom, algumas soluções.”

Sobre a parte tática, ele disse que o Botafogo-SP se fechou bem e tirou os espaços que o Remo costuma explorar nos contra-ataques. Favarin afirmou que faltou competitividade no mesmo nível durante os 90 minutos.

“Quando você enfrenta um adversário da parte de baixo da tabela, que vem, mesmo que queira conquistar pontos, em uma ideia de se defender com o bloco mais baixo, defendendo cada palmo do campo, precisamos equiparar esse nível de competitividade”, finalizou.

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