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Edil relembra Chuck Norris ao eternizar o “Braddock azulino”: ‘Eu metralhava’

A morte do lendário ator e artista marcial Chuck Norris, nesta sexta-feira (20), aos 86 anos, reacendeu memórias que vão além do cinema. O seu impacto foi tão avassalador que transcendeu as telas e chegou até os gramados do Pará. Ídolo do Clube do Remo e do futebol paraense, o ex-jogador Edil relembrou a forte influência do astro em sua carreira, especialmente na década de 1990, quando incorporou o espírito guerreiro de Braddock, personagem imortalizado pelo ator, dentro de campo.

“Primeiramente, o Chuck Norris, eu era fã desse ator. Eu gostava dos filmes de arte marciais”, destacou Edil, ao relembrar sua admiração. O ex-atacante citou produções marcantes e o carisma do artista: “Era um ator que desempenhava muito bem os seus papéis, principalmente de luta, um ator totalmente diferenciado que dificilmente não vamos ter outro igual”.

A conexão foi além do vídeo. Inspirado pelo personagem Braddock e pelo universo de Comando Delta, Edil levou o cinema para o futebol. “Eu espelhava nos filmes dele para levar para dentro de campo aquela garra, aquela raça, aquela vontade de heroísmo”, afirmou, traçando um paralelo direto entre o herói das guerras e sua entrega com a camisa azulina.

No Baenão, o contexto ajudou a fortalecer o personagem. Edil relembra o narrador Paulo Caxiado, da Rádio Clube do Pará, que chamava o estádio de “Comando Delta azulino”. “Quando cheguei no Remo, em 1996, fiz essa junção… levei esse personagem para dentro de campo”, contou, destacando como a ideia ganhou força entre torcida e imprensa.

Edil, o Braddock Azulino: A Influência de Chuck Norris no Futebol Paraense

Dentro das quatro linhas, o “Braddock azulino” era ação pura: ia com tudo pra cima das defesas como quem enfrentava inimigos, e respondia com gols, verdadeiros balaços para o fundo da rede. “Eu metralhava, jogava granada, um guerreiro mesmo em campo”, disse, lembrando das comemorações que marcaram época e simbolizavam um futebol mais espontâneo.

Edil também destacou o impacto dessa identidade na sua carreira. “Foi um personagem que deu certo… a torcida do Remo até hoje lembra do Braddock”, afirmou. Segundo ele, o marketing pessoal aliado ao desempenho em campo ajudou a conquistar ainda mais o carinho da torcida azulina e do público paraense como um todo.

Por fim, o ex-jogador fez questão de valorizar o legado de Norris em sua vida. “Me inspirou, me deu força, me deu energia… fiz os personagens dele com muito orgulho”, declarou. Edil relembra com saudade de uma era que define como “futebol raiz”, onde criatividade, emoção e identidade caminhavam lado a lado dentro e fora de campo.

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