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“É difícil falar, mas não podemos nos esconder”, diz Frontini

O Paysandu voltou a amargar uma derrota dolorosa, dessa vez no clássico contra o Clube do Remo, no Mangueirão, na última terça-feira, 14. O revés por 3 a 2, com gol sofrido nos acréscimos, manteve o time afundado na lanterna da Série B do Campeonato Brasileiro, com 26 pontos em 32 jogos.

O executivo de futebol do clube, Carlos Frontini, falou após a partida, admitiu a situação críticas, que não tem muito o que fazer, mas cobrou reação imediata do elenco bicolor.

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“Mais uma vez escapou pelas mãos. Não é hora de se esconder. Temos que dar uma satisfação. Dói, é difícil, complicado. Mas é um clube gigante. Temos que honrar. Agora precisamos levantar a poeira. Precisamos entender que nosso momento não é bom e seguir. Não tem muito o que fazer. O torcedor veio apoiar. Não faltou luta, mas em um clássico o resultado fala mais forte”, afirmou.

A situação bicolor é crítica. O time soma apenas cinco vitórias em 32 partidas e precisa de uma campanha praticamente perfeita para evitar o rebaixamento à Série C do Brasileiro. Mesmo assim, Frontini garantiu que o grupo segue comprometido.

“Temos mais seis jogos e ter brio. Os jogadores têm, porque não correriam do jeito que correram. É ir para Araraquara forte. É difícil falar, mas não podemos nos esconder”, completou o dirigente.

O Paysandu volta a campo na próxima segunda, feira, 20, às 19h30, contra a Ferroviária, no Estádio Fonte Luminosa, em Araraquara (SP), pela 33ª rodada da Segundona.

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