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Dirigente do Remo critica arbitragem após jogo contra Palmeiras: “Se omitiu”

Em um dia de chuva intensa, o Clube do Remo segurou o empate contra o Palmeiras pelo Brasileirão. Contudo, o jogo também foi marcado por contestação da diretoria azulina à equipe de arbitragem..

O executivo de futebol Luiz Vagner Vivian subiu ao púlpito da sala de imprensa antes mesmo da entrevista coletiva do técnico. Ele anunciou o descontentamento oficial do clube com a arbitragem da partida.

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Segundo ele, houve um toque claro de mão dentro da área do Palmeiras no primeiro tempo, porém o VAR não interveio para chamar o árbitro de campo.

“O VAR se omite em chamar a arbitragem num toque claro de mão que tem dentro da área do adversário. Se fosse o inverso, eu tenho certeza que ia ter muita reclamação” (sic), afirmou categoricamente.

Além disso, o dirigente afirmou que o tema será debatido formalmente na reunião semanal pós-rodada realizada com a arbitragem, prevista para a manhã desta segunda-feira (11).

“O torcedor ficar tranquilo que a gente (diretoria) está atento a tudo. Os lances vão ser discutidos, a gente vai mostrar os lances e outras interpretações que a gente discorda também da equipe de arbitragem durante o jogo, como faltas e inversões de algumas situações”, disse o executivo.

Condé exalta postura azulina

O técnico Léo Condé reconheceu o nível do adversário, mas ressaltou a consistência da equipe azulina. Para ele, o empate contra o Palmeiras — um dos favoritos ao título — tem grande valor dentro da campanha do Remo.

Condé também destacou que o clube disputou a partida de igual para igual, apesar da diferença de investimento entre os dois clubes.

Ademais, ele lembrou que o Palmeiras conta com um treinador há cinco anos no cargo, com títulos de Libertadores, Brasileirão e Copa do Brasil, enquanto o Remo tem apenas dois meses e dez dias sob seu comando.

Destaques individuais da noite

O técnico também fez questão de exaltar a dupla de zaga azulina, com Tchamba sendo responsável por 11 interceptações no jogo e Marlon complementando a defesa com coberturas.

Condé explicou que a dupla foi preparada especificamente para neutralizar o ataque do Palmeiras, sobretudo nas bolas paradas.

Além disso, o goleiro Marcelo Rangel também teve mais uma vez a atuação elogiada, especialmente nos momentos em que foi mais exigido pela ofensiva adversária.

Expulsão de Zé Ricardo alterou o plano do técnico

Antes da expulsão, Condé já havia decidido substituir Zé Ricardo. No entanto, o cartão vermelho antecipou a necessidade de adaptação tática.

Em resposta, o técnico optou por colocar o atacante Gabriel Poveda em campo, com o objetivo de fixar os zagueiros adversários e evitar que o Palmeiras avançasse em massa sobre o campo do Remo.

Contudo, Condé admitiu que o Remo poderia ter mantido Jajá mais à frente para explorar contra-ataques com mais profundidade.

Por fim, ele concluiu que, mesmo com um jogador a menos, o time manteve a disciplina tática e ainda criou chances de marcar o segundo gol.

Copa do Brasil exige recuperação rápida

O próximo desafio do Remo ocorre na quarta-feira (14), com duelo em casa contra o Bahia, válido pela Copa do Brasil. Condé classificou o confronto como decisivo e pediu o Mangueirão lotado para apoiar a equipe.

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Os desafios para a preparação do jogo incluem:

  • Recuperação física dos jogadores em apenas dois dias, após partida disputada sob chuva e com uma hora e meia de atraso;
  • Concentração mental para manter o nível de entrega, mesmo com o desgaste acumulado.

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