Após a saída de Dorival Júnior, o Corinthians intensificou a busca por um novo comandante com caráter de urgência. A diretoria trabalha contra o tempo para ter um treinador já à beira do campo na estreia da equipe na Copa Libertadores da América, marcada para quinta-feira (09), diante do Club Atlético Platense, em Buenos Aires.
Nos bastidores, o presidente Osmar Stabile e o executivo Marcelo Paz lideram as negociações e já definiram dois nomes como prioridade: Tite e Fernando Diniz. Ambos estão livres no mercado e são vistos como opções capazes de assumir imediatamente o elenco.
Possíveis Substitutos para o Comando Técnico
Ídolo da torcida, Tite aparece como uma alternativa natural. Com uma trajetória vitoriosa no clube, o técnico reúne números expressivos e conquistas históricas, o que pesa a seu favor neste momento de reconstrução. Apesar de já ter recusado um retorno recente por motivos pessoais, seu nome voltou com força nas discussões internas.
Já Fernando Diniz surge como uma aposta diferente. Sem passagem como treinador pelo Corinthians, ele carrega no currículo a conquista da Libertadores com o Fluminense e é reconhecido por um estilo de jogo mais autoral. Internamente, sua capacidade de gerir grupos e propor um modelo ofensivo também agrada parte da diretoria.
Há, porém, outros nomes conhecidos no mercado que também entram no radar como possibilidades para o comando técnico.
Filipe Luís foi desligado do do Flamengo poucas horas após uma vitória expressiva por 8 a 0 sobre o Madureira, na semifinal do Campeonato Carioca. Mesmo com uma temporada vitoriosa em 2025, quando conquistou a Libertadores e o Brasileirão, o início irregular em 2026 e questões internas culminaram em sua saída.
Outro nome disponível é o argentino Juan Pablo Vojvoda, que deixou recentemente o Santos Futebol Clube. Ele foi demitido após derrota para o Internacional, em plena Vila Belmiro, pela sétima rodada do Brasileirão. Contratado em 2025 com a missão de evitar o rebaixamento, não resistiu à pressão diante do início instável na temporada seguinte.
Já o argentino Hernán Crespo também aparece como opção após deixar o São Paulo. Sua saída ocorreu em março, depois de uma eliminação na semifinal do Campeonato Paulista, encerrando sua segunda passagem pelo clube, que durou cerca de oito meses.
A direção alvinegra busca um perfil específico: experiência no cenário nacional, habilidade para lidar com um calendário exigente e liderança para comandar um elenco rodado. O fato de os principais candidatos estarem disponíveis no mercado facilita o andamento das conversas.
Mesmo com critérios definidos, há consciência interna de que a escolha dificilmente será unanimidade entre os torcedores. Por isso, a decisão final deve ser tomada com base em convicção técnica e alinhamento com o projeto esportivo do clube, que pretende definir seu novo treinador nas próximas horas.
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