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Copa Verde: veja quanto Remo, Paysandu e Águia vão receber

O Paysandu conquistou o penta da Copa Verde. Foto: Jorge Luís Rodrigues/Paysandu

A Copa Verde de 2026 chega com mudanças importantes no formato e na distribuição de receitas, mas ainda convivendo com desafios históricos. As informações são do jornalista Cassio Zirpoli.

Desde sua criação, em 2014, o torneio enfrenta dificuldades financeiras, especialmente em relação à transmissão e ao pagamento de cotas aos clubes. Para esta edição, a Confederação Brasileira de Futebol firmou acordos com a SportyNet e o Canal do Benja, garantindo a exibição de todos os jogos pela internet. A competição também foi ampliada, saltando de 30 para 70 partidas com a implementação de uma fase de grupos.

Ao todo, 24 clubes participam, divididos em quatro grupos com seis equipes. Cada time disputará cinco rodadas, e os dois melhores de cada chave avançam ao mata-mata, que terá quartas de final em jogo único, além de semifinais e final em ida e volta.

Entre os representantes paraenses estão Paysandu, Clube do Remo e Águia de Marabá, que já estrearam.

Na parte financeira, a CBF definiu cotas fixas na fase de grupos, variando entre R$ 75 mil e R$ 200 mil, conforme o Ranking Nacional de Clubes. Paysandu e Remo estão na faixa mais alta (R$ 200 mil), enquanto o Águia de Marabá aparece na segunda faixa (R$ 125 mil).

Durante o mata-mata, os valores aumentam: R$ 100 mil nas quartas de final, R$ 200 mil na semifinal, R$ 250 mil para o vice-campeão e R$ 400 mil para o campeão. Somando todas as fases, um clube pode faturar até R$ 900 mil.

No total, a edição de 2026 distribuirá R$ 5,25 milhões — valor superior ao de anos anteriores, mas ainda distante de outras competições regionais, como a Copa do Nordeste, que vai pagar mais de R$ 34 milhões.

Um dos principais atrativos da Copa Verde será a vaga na Copa do Brasil. O torneio será disputado em dois eixos — Norte e Centro-Oeste — garantindo duas vagas na terceira fase da competição nacional de 2027. Esse benefício pode render pelo menos R$ 950 mil aos classificados.

Entre os maiores campeões ainda na disputa estão o Paysandu, com cinco títulos, o Cuiabá, com dois, e o Remo, com um.

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