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Chocolate: Relembre os maiores e piores nomentos de Remo e Paysandu

Neste domingo de Páscoa (05), além de ovos de chocolate e celebrações, os torcedores do futebol paraense podem se deliciar com lembranças doces… e algumas nem tanto. Afinal, se a Páscoa é feita de sabores marcantes, os últimos 30 anos de Remo e Paysandu também registraram momentos de extremos em goleadas.

O Diário do Pará listou as maiores e piores goleadas de Remo e Paysandu desde 1990, e entre elas, o Leão Azul, em 2021, chegou às quartas de final da Copa Verde com uma vitória histórica de 9 a 0 sobre o Galvez-AC, e a torcida comemorou como quem encontra o último ovo de chocolate escondido. Mas essa não é a primeira vez que o Remo deixou seu sabor doce marcado. Em 1993, no Baenão, o time aplicou um 10 a 0 sobre o Tiradentes, com gols de Cacaio, Tarcísio, Dema, Agnaldo, Alberto, João Santos e Romeu. Anos depois, em 1997, outra goleada de 10 a 0 veio sobre o Pinheirense, reforçando o período de pentacampeonato paraense do clube.

Confira:

Mas nem só de doces vive o Remo: o amargo também esteve presente, como na derrota por 8 a 2 para o Guarani em 1993 ou no 0 a 6 para o Atlético-MG em 1994. Outro episódio marcante veio em 2015, quando o Cuiabá atropelou o Remo, venceu por 5 a 1 e ficou com o título da Copa Verde, deixando um gosto difícil de esquecer para os azulinos.

O Paysandu, por sua vez, teve seus momentos de chocolate: 7 a 1 no Independente-AP em 2002, e 6 a 2 contra o Cerro Porteño-PAR na Libertadores de 2003. Mas o gosto amargo também foi intenso, como na goleada de 9 a 0 sofrida para o Paulista-SP em 2006, que marcou o rebaixamento para a Série C.

Entre doces e amargos, os números do futebol paraense lembram que cada goleada é como um ovo de Páscoa: algumas surpreendem pelo sabor intenso e agradável, outras deixam uma lembrança amarga, mas todas ficam na memória.

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