O Brasileirão pode ter um G-9 ao fim da temporada de 2026, mesmo com a redução de seis para cinco no número de vagas distribuídas diretamente pela competição. O cenário depende dos resultados da Libertadores, da Sul-Americana e da Copa do Brasil.
Atualmente, o Brasil tem direito a sete vagas na Libertadores. Os quatro primeiros colocados do campeonato e o campeão da Copa do Brasil vão direto à fase de grupos, enquanto o quinto do Brasileirão e o vice da Copa do Brasil disputam a fase preliminar.
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A conta pode aumentar caso brasileiros conquistem a Libertadores e a Sul-Americana. Flamengo, Palmeiras e Fluminense estão nas semifinais da principal competição, enquanto Atlético-MG e Vasco seguem vivos na Sul-Americana.
Os campeões dos torneios continentais recebem uma vaga para a Libertadores seguinte pela Conmebol. Se os vencedores já estiverem classificados pelo Brasileirão, essas vagas são repassadas e ampliam a faixa de classificação nacional, levando o cenário inicialmente para um G7.
A Copa do Brasil pode acrescentar outras duas vagas. Se os dois finalistas já estiverem classificados para a Libertadores pelo Brasileirão ou tiverem garantido vaga por um título continental, novos lugares serão abertos na tabela. Palmeiras, Atlético-MG e Vasco estão envolvidos nas disputas nacionais e continentais.
Há ainda uma situação ligada à luta contra o rebaixamento. Grêmio e Vasco podem conquistar uma vaga na Libertadores pela Copa do Brasil ou pela Sul-Americana, mas, caso um deles seja rebaixado, não poderá disputar a competição continental na Série B. Nesse cenário, a vaga seria repassada ao Brasileirão, criando a possibilidade de a tabela chegar a nove classificados.






