Mercado Financeiro

Dólar Comercial R$ 5,22 ▲
Euro R$ 5,64 ▲
Bitcoin +3.2% ▲

Editorias

Marcos impediu Elize de visitar zoológico por ciúmes de chimpanzé

Elize Matsunaga voltou a despertar o interesse do público após o lançamento do filme Elize: Sombras de Uma Mulher, da Netflix. Além de revisitar o crime que chocou o país em 2012, a história trouxe novamente à tona episódios curiosos do relacionamento entre Elize e o empresário Marcos Matsunaga, incluindo o ciúme que ele sentia de um chimpanzé chamado Pepe.

O episódio é relatado no livro Elize Matsunaga: A Mulher que Esquartejou o Marido, do jornalista Ullisses Campbell. Segundo a obra, Marcos demonstrava incômodo com a frequência das visitas da esposa ao Zoológico de São Paulo e com o carinho que ela tinha pelo chimpanzé.

De acordo com o autor, Elize costumava contar ao marido detalhes sobre o comportamento do animal, o que teria despertado crises de ciúmes no empresário. “Quanto mais Elize contava para o ‘namorado’ detalhes da vida sexual de Pepe, mais ele sentia ciúme. Num ataque de fúria, o empresário disse não querer mais saber das macaquices de Pepe e a proibiu de ir ao zoológico sem a sua companhia”, relata Ullisses Campbell no livro.

Ainda segundo a publicação, para afastar a esposa do zoológico, Marcos decidiu comprar uma cobra de estimação, apelidada de Gigi. Na ocasião, teria pedido que Elize prometesse não voltar ao local para visitar “nenhum macaco”.

Relembre o caso que chocou o Brasil

O assassinato de Marcos Matsunaga aconteceu em 19 de maio de 2012, no apartamento do casal, em São Paulo. Segundo as investigações, Elize atirou no empresário enquanto ele estava de costas e, depois, esquartejou o corpo. Os restos mortais foram colocados em malas e abandonados em diferentes pontos da Grande São Paulo.

Quer saber mais de Brasil? Acesse o nosso canal no WhatsApp

Elize confessou o crime, mas afirmou ter agido após descobrir uma traição e ser ameaçada durante uma discussão. Já o Ministério Público sustentou que o homicídio foi premeditado e denunciou a ré por homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

Em dezembro de 2016, ela foi condenada pelo Tribunal do Júri a 19 anos, 11 meses e um dia de prisão. Em maio de 2022, passou a cumprir o restante da pena em liberdade condicional.

Compartilhe:

WhatsApp
X
Facebook
Threads