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Karaokê volta a ganhar força em Belém; veja onde soltar a voz nesta sexta

Karaokê volta a ganhar força em Belém; veja onde soltar a voz nesta sexta

O karaokê, uma das formas mais democráticas de entretenimento, volta a ganhar força em Belém como opção de lazer acessível, interativa e cheia de personalidade. Em um cenário onde experiências coletivas têm sido cada vez mais valorizadas, cantar em público, independentemente da afinação, tornou-se uma forma de conexão entre pessoas, grupos de amigos e até desconhecidos. Nesta sexta-feira, 3, o público pode soltar a voz no Karaokê (Na)ight, no Núcleo de Conexões Na Figueredo, em Belém, em uma programação com partidas de Just Dance e outros games, com início às 18h com happy hour.

Espaços da cidade têm percebido esse movimento e investido em programações que vão além do tradicional “subir ao palco e cantar”. É o caso do Núcleo de Conexões Na Figueredo, que retomou recentemente suas noites de karaokê com uma proposta mais dinâmica e interativa. Segundo o gerente do espaço, Raul Bentes, a ideia surgiu a partir da memória afetiva do próprio local. “Quando assumi a gerência, fui buscar saber o que já acontecia ali antes, e o karaokê era uma dessas atividades. O técnico de som, Luyan Sales, me contou que era um sucesso, então decidimos retomar”, explica.

Karaokê deixa de ser só música e vira experiência completa em Belém

A retomada começou de forma tímida, ainda em fevereiro, mas rapidamente ganhou adesão do público. “No início fizemos uma edição, depois duas, e hoje já chegamos a oito eventos. O público cresceu muito, até quadruplicou em relação às primeiras noites. Nossa ideia agora é manter duas edições por mês, de 15 em 15 dias, para criar um hábito”, afirma Raul.

Mais do que cantar, a proposta do evento é promover interação. Por isso a noite inclui dinâmicas em grupo, como o jogo “La-la-lá”, em que equipes competem tentando adivinhar músicas cantadas por um integrante, além partidas de videogame e dança. “Não é só um karaokê. A gente cria uma experiência. Tem disputa, tem prêmio, tem gente jogando, dançando. É um ambiente vivo, onde todo mundo participa de alguma forma”, destaca o gerente.

Belém redescobre o karaokê como lazer coletivo; saiba onde participar

Outro diferencial é a diversidade musical e de público. Segundo Raul, o espaço atrai desde fãs de clássicos da música brasileira até apreciadores de gêneros mais alternativos. “Tem gente que canta músicas ‘lado B’ do Reginaldo Rossi, enquanto outros vão para o metal coreano ou k-pop. Essa diversidade que é bacana: enquanto tem um que canta Waldick Soriano, Altemar Dutra, tem a galera do Korn, do J-metal ou k-metal. Essa pluralidade é muito legal. Não importa se a pessoa canta bem ou mal, o importante é se sentir à vontade”, diz.

Essa atmosfera descontraída contribui para que o karaokê vá além do entretenimento e se torne uma ferramenta de socialização. “Já vimos mesas que não se conheciam se unirem depois das dinâmicas. Teve uma vez que um grupo ganhou uma bebida e resolveu presentear outro grupo porque se emocionou com a música. Isso cria conexões reais”, relembra o gerente.

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