Uma disputa trabalhista envolvendo a atriz Isis Valverde chegou ao fim após um acordo judicial entre as partes. O processo, que tramitava desde 2025, será arquivado após a quitação integral do valor definido em consenso.
Na ação, a ex-funcionária doméstica alegava ter trabalhado por mais de sete anos na residência da atriz, com jornada que poderia chegar a até 12 horas diárias, além de salário que teria iniciado em R$ 1.500 e alcançado R$ 2.500 mensais ao longo do contrato.
Segundo a trabalhadora, além das funções de cozinheira, também teria acumulado atividades típicas de empregada doméstica após mudanças na organização da residência. Ela ainda afirmava não conseguir usufruir integralmente do intervalo de almoço previsto em lei.
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Com base nessas alegações, foram pedidos pagamentos de horas extras, diferenças de FGTS, multa rescisória e indenização por danos morais, somando inicialmente mais de R$ 385 mil.
A defesa de Isis Valverde negou as acusações e afirmou que não houve acúmulo de funções. Os advogados também contestaram a jornada apresentada, alegando que os horários seguiam a legislação trabalhista e classificaram os valores pedidos como excessivos.
“É completamente mentirosa a alegação de que a cozinheira tinha carga horária de 12h e 20 minutos de descanso, e também ficou provado que ela não acumulava funções. Até porque a atriz passa boa parte da vida fora de casa. Por conta do trabalho, ela passa vários períodos morando em outras cidades, e, por conta da família fica muito tempo fora do Rio de Janeiro. Por isso não para em pé a alegação de 12 horas de trabalho e 20 minutos de descanso”, disse.
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O processo teve início em 2022, foi arquivado em 2024 sem julgamento de mérito e reaberto em 2025. Após nova fase de tramitação, o caso foi encerrado com acordo no valor de R$ 30 mil, pago em seis parcelas já quitadas.
Com o acordo, o processo aguarda apenas a baixa definitiva pela Justiça.







