O vocalista do Capital Inicial, Dinho Ouro Preto, se pronunciou sobre a morte do compositor Alvin L, que morreu aos 67 anos neste domingo, 5. Alvin teve uma longa colaboração com o grupo, emplacando vários sucessos.
“Como o destino pode ser tão cruel? Eu tô arrasado, me arrastando pelas sombras. Escrevo essas palavras de dentro de um avião à caminho do Rio onde vamos encontrar amigos e família para dizermos adeus”, escreveu Ouro Preto.
“Tenho dificuldade em encontrar as palavras certas para um momento como esse. Poucas vezes na minha vida senti tamanha melancolia. O Alvin era meu amigo mais querido, aquela pessoa com quem passava horas no telefone”, lamentou Dinho.
“Não vou falar agora do seu gênio musical, isso fica pra depois. Quero que todos saibam da pessoa gentil, engraçada, culta e generosa que ele era. O Alvin vai deixar um imenso vazio na minha vida e posso dizer o seguinte: ele sempre estará vivo em mim”, conclui.
Capital Inicial e legado
A banda também se pronunciou, dizendo que Alvin foi “um compositor essencial na história do Capital Inicial”. O primeiro contato com o grupo foi no disco “Todos os lados”, de 1989. “Ele deixou sua marca em canções que atravessam gerações”, diz a nota.
“Sua genialidade deu vida a sucessos como Natasha, Eu Vou Estar, Tudo Que Vai, músicas que vão permanecer vivas na memória e no coração da banda e de tanta gente. Fica a nossa imensa gratidão por tudo que construímos juntos”, finaliza o Capital.
Ao lado do Capital Inicial, Alvin também assinou hits como “Mickey Mouse em Moscou” e “Todos os Lados”. Ele também colaborou com Marina Lima e assina a composição de “Não sei dançar”, gravada em 1991.
Com Marina, Alvin também assinou músicas como “Na minha mão” (1998), “A não ser você” (2003), “Motim” (2021) e “Kilimanjaro” (2021). Milton Nascimento e outros artistas também gravaram as composições de Alvin L.
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