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Culinária ancestral celebra saberes afro-indígenas em Belém

Um projeto especial busca a troca de conhecimentos entre gerações para contribuir com o fortalecimento da identidade cultural, espiritual e comunitária das populações tradicionais brasileiras.

O Instituto Religioso Umbandista (IRU) promove nos dias 16, 17 e 18 de outubro o Circuito Formativo de Culinária Ancestral, uma iniciativa cultural voltada ao resgate, preservação e valorização dos saberes culinários das tradições afro-indígenas brasileiras.

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Com o tema “Culinária para Yabás das Águas (Nanã, Oxum e Yemanjá) e de outros Orixás com viés de comercialização (Acarajé, Caruru, Vatapá, entre outros)”, o circuito propõe uma imersão nos fundamentos, práticas e significados da culinária sagrada afro-brasileira, o que articula ancestralidade, fé, espiritualidade e sustentabilidade.

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O circuito busca promover a valorização dos saberes culinários tradicionais afro-indígenas e estimular a formação cultural e a autonomia das mulheres e lideranças comunitárias.

A iniciativa reconhece a culinária ancestral como expressão de identidade, resistência e fé, além de fomentar práticas de economia criativa e sustentabilidade cultural.

Programação completa

O Circuito Formativo de Culinária Ancestral será realizado na sede do IRU – Instituto Religioso Umbandista, localizado na Passagem Maria, nº 53, no bairro da Cremação, em Belém, com as seguintes atividades:

  • 16/10 — Palestra: Origem, representação e cultura afro/indígena brasileira (18h às 20h);
  • 17/10 — Oficina: Insumos, modo de preparo e acondicionamento dos alimentos (18h às 20h);
  • 18/10 — Vivência comunitária e festejo geral do projeto: Entrega e aceitação dos pratos à comunidade (18h às 22h).

Encerramento com celebração às Yabás

O circuito se encerrará com um grande festejo dedicado às Yabás, como são conhecidas as orixás femininas que representam as forças da natureza, a fertilidade, a maternidade e o poder do matriarcado, sendo figuras de resistência, luta, sabedoria e proteção.

Na celebração de encerramento, os participantes compartilharão os alimentos produzidos durante as oficinas, em um gesto simbólico de partilha, agradecimento e celebração da ancestralidade.

O projeto conta com patrocínio da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, por meio do Instituto Nova Amazônia e da Secretaria de Estado de Cultura do Pará (SECULT/PA), com apoio do Instituto Religioso Umbandista (IRU) e realização do Ministério da Cultura do Brasil.

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