O que começou como uma suposta “brincadeira” dentro de uma unidade de saúde terminou em desligamento de estagiárias e abertura de sindicância. Também houve forte repercussão nas redes sociais em Alagoinha, município do agreste pernambucano. O caso ganhou força após a divulgação da receita com recomendações que fariam qualquer aluno de quinta série das antigas morrendo de inveja.
As duas estagiárias de um curso técnico de enfermagem admitiram ter utilizado, sem autorização, o carimbo de uma técnica de enfermagem da rede municipal para produzir uma falsa receita com conteúdo de cunho sexual. No documento, aparecia a prescrição “3h de bvc3ta” por três meses. Havia também a observação “bem molhadinha”. A imagem foi publicada nas redes sociais por uma das próprias envolvidas. Rapidamente, a postagem viralizou.
O episódio levou a Secretaria Municipal de Saúde de Alagoinha a instaurar um procedimento interno para apurar os fatos. Segundo a secretaria, a sindicância concluiu que o documento não possuía qualquer validade técnica ou administrativa. Isso ocorreu porque o papel continha apenas o carimbo da profissional, sem assinatura oficial.
A investigação também afastou qualquer participação da técnica de enfermagem cujo nome aparecia no carimbo. De acordo com a prefeitura, não foram encontrados elementos que apontassem anuência ou responsabilidade da servidora, que acabou reintegrada às funções.
O que diz a Prefeitura?
O caso veio a público inicialmente no dia 6 de maio e voltou a circular intensamente nesta semana, após novos compartilhamentos nas redes sociais. A prefeitura não informou os nomes das envolvidas nem detalhou em quais circunstâncias o documento foi produzido dentro da unidade de saúde.
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