O que começou como uma busca por mais confiança na adolescência acabou se transformando em um problema de saúde que acompanha Juliane Massaoka há anos. A repórter do programa Mais Você voltou a falar publicamente sobre as complicações causadas pelo uso de polimetilmetacrilato (PMMA) no nariz e atualizou seus seguidores sobre o tratamento que vem realizando para recuperar a região afetada.
Leia mais:
- Entenda o que é PMMA e os riscos em procedimentos estéticos
- Repórter do “Mais Você” quase perde o nariz em cirurgia plástica
Em publicação nas redes sociais, Juliane revelou que iniciou uma nova fase dos cuidados médicos após enfrentar o risco de necrose. Embora a ameaça mais grave tenha sido controlada, a jornalista explicou que ainda convive com uma ferida persistente na ponta do nariz, consequência da presença da substância em seu organismo.
Segundo ela, o tratamento atual inclui o uso de antibióticos e sessões em câmara hiperbárica, recurso utilizado para auxiliar a cicatrização e a recuperação dos tecidos. Apesar dos avanços, a repórter afirmou que ainda precisará passar por uma cirurgia reparadora para reconstruir a ponta do nariz.
“A chance de necrose passou, mas agora sobrou uma ferida na ponta do nariz”, relatou. Ela também revelou que a continuidade da infecção representou um retrocesso no processo de recuperação, exigindo a retomada do uso de medicamentos e curativos diários.
Quer ler mais notícias de fama? Acesse o canal do DOL no WhatsApp!
A origem do problema remonta a uma rinoplastia realizada em 2007. Na época, Juliane buscava corrigir características estéticas que a incomodavam desde a adolescência. Anos depois, ao realizar uma cirurgia para corrigir um desvio de septo, descobriu que havia recebido uma aplicação de PMMA durante o procedimento anterior, sem ter sido informada sobre o uso da substância.
Ao relembrar o episódio, a jornalista contou que enfrentava inseguranças relacionadas à aparência quando decidiu operar o nariz aos 17 anos. Segundo seu relato, ela seguiu todas as orientações médicas no pós-operatório, mas afirma que nunca foi comunicada de que o procedimento incluiria a aplicação do produto.
Juliane também aproveitou o desabafo para alertar sobre os riscos do uso inadequado do PMMA. Em suas redes sociais, ela lamentou que ainda existam profissionais que utilizem a substância em procedimentos estéticos e destacou que muitas pessoas só descobrem sua presença no corpo anos depois da aplicação.
O caso da repórter reacendeu o debate sobre os riscos associados ao PMMA, material que já esteve envolvido em diversas ocorrências de complicações médicas e que exige indicação criteriosa e acompanhamento especializado.







