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Papão repete roteiro de 2002 e pode viver o maior ano de sua história

As melhores fotos do título do Paysandu e da festa da Fiel. Foto: Mauro Ângelo

O torcedor bicolor já viu esse filme antes. E, até aqui, o enredo de 2026 lembra um dos capítulos mais gloriosos da história do Paysandu.

Passados 24 anos, a campanha volta a empolgar a Fiel Bicolor e reacende na Curuzu a sensação de que uma nova era inesquecível pode estar sendo escrita.

Em 2026, o clube já conquistou três títulos em apenas seis meses: o Campeonato Paraense, a Copa Norte e a Copa Verde. Um desempenho que recoloca o Paysandu em destaque no cenário regional e nacional.

2002: um marco que segue vivo na memória do torcedor bicolor

A lembrança de 2002 surge quase automaticamente. Naquele ano, o time viveu uma das temporadas mais emblemáticas de sua trajetória, com a conquista da Copa Norte, do tricampeonato paraense e da histórica Copa dos Campeões, diante do Cruzeiro, em Fortaleza.

Aquele título da Copa dos Campeões permanece como um feito único e sem comparação na história do clube. Mais do que um troféu, ele projetou o Paysandu ao cenário nacional e garantiu uma vaga inédita na Libertadores, entrando para os capítulos mais simbólicos da história bicolor.

Agora, o enredo de 2026 começa a ganhar contornos semelhantes ao de 2002. A cada taça levantada, cresce a expectativa de que a temporada atual possa atingir uma marca ainda maior em títulos.

O próximo objetivo é a Série C do Campeonato Brasileiro. Caso conquiste o título nacional, o Paysandu alcançará a quarta taça na temporada e superará 2002 em número de títulos conquistados no ano.

A campanha atual também reforça a dimensão do Paysandu no futebol da Amazônia. Ao longo de sua trajetória, o clube já soma 62 títulos oficiais, sendo reconhecido como o maior campeão da região.

Entre as conquistas estão 51 títulos estaduais, dois Campeonatos Brasileiros da Série B, duas Copas Norte, seis Copas Verde e a própria Copa dos Campeões de 2002, considerada o ponto mais alto de sua trajetória nacional.

Mais do que estatísticas, 2026 já se desenha como um ano de retomada de protagonismo. Um período em que o passado não serve apenas de lembrança, mas também de referência para o que ainda pode vir.

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