A preocupação tomou conta do mundo do futebol mais uma vez após o meio-campista Christian Eriksen sofrer um mal súbito durante a partida entre Dinamarca e Ucrânia. O episódio, que mobilizou equipes médicas e causou apreensão entre jogadores e torcedores, teve uma atualização positiva nesta segunda-feira (8).
De acordo com a Federação Dinamarquesa de Futebol, o atleta apresenta boa evolução clínica e pode receber alta hospitalar nos próximos dias. A informação foi divulgada pelo médico da seleção, Morten Boesen, que também tranquilizou os familiares, companheiros de equipe e fãs do jogador.
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“Falei com Christian esta manhã. Ele está bem, assim como sua família. Esperamos que ele possa deixar o hospital em breve e voltar para casa”, afirmou o médico em comunicado oficial.
O profissional destacou ainda que a comissão médica segue acompanhando de perto não apenas Eriksen, mas também os integrantes da delegação dinamarquesa, abalados pelo ocorrido.
Colapso em campo
O meia, de 34 anos, passou mal durante o confronto disputado no domingo, provocando a interrupção imediata da partida para atendimento emergencial. Em meio à tensão, jogadores das duas seleções formaram um círculo ao redor do atleta para preservar sua privacidade enquanto os socorristas atuavam em campo.
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As imagens rapidamente repercutiram nas redes sociais e nos principais veículos esportivos do planeta, despertando uma onda de solidariedade e mensagens de apoio ao jogador.
Lembrança traumática
O novo susto envolvendo Eriksen trouxe à memória um dos episódios mais impactantes da história recente do esporte. Durante a Eurocopa de 2021, o meia sofreu uma parada cardíaca em campo na partida entre Dinamarca e Finlândia.
Na ocasião, ele precisou ser reanimado ainda no gramado pelos médicos antes de ser encaminhado ao hospital. Posteriormente, recebeu um cardiodesfibrilador implantável, equipamento utilizado para monitorar e corrigir possíveis alterações graves nos batimentos cardíacos.
Apesar da gravidade daquele episódio, Eriksen conseguiu retornar ao futebol profissional, retomou a carreira em alto nível e voltou a defender a seleção dinamarquesa, tornando-se um símbolo de superação no esporte.







