A bioeconomia deixou de ser apenas um conceito discutido em pesquisas e passou a ocupar espaço real na economia paraense. No Pará, empreendedores, pesquisadores e comunidades tradicionais já vivem uma nova fase de desenvolvimento baseada no uso sustentável dos recursos da floresta.
O especial da RBA TV desta semana, que integra o projeto Pará que Orgulha e Transforma, mostra histórias de quem apostou nesse modelo antes mesmo dele ganhar força no debate nacional. Um dos exemplos é o da microempreendedora Tahnity Haraad, que desenvolveu uma linha própria de fármacos e cosméticos produzidos a partir de insumos amazônicos adquiridos de comunidades extrativistas das ilhas de Belém.
Segundo dados da Fapespa, a bioeconomia já movimenta cerca de R$ 13,5 bilhões por ano no Pará e gera mais de 271 mil empregos diretos. A cadeia produtiva da mandioca lidera a economia verde no estado, seguida pela pesca e pela produção de açaí.
A reportagem também destaca o Parque de Bioeconomia e Inovação da Amazônia, entregue pelo Governo do Pará, considerado o único espaço do mundo voltado exclusivamente para a transformação produtiva da floresta amazônica. No local, startups, pesquisadores e comunidades tradicionais trabalham juntos em soluções sustentáveis que unem tecnologia e preservação ambiental.
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