O time do Paysandu mal teve tempo para respirar depois da derrota diante do Caxias-RS, fora de casa, no último domingo. Afinal, a equipe desembarcou em Belém, procedente do Rio Grande do Sul, na madrugada da última terça-feira, fez apenas um treino, ontem, no Mangueirão, e hoje já estará em campo para enfrentar o Nacional. Mas, os contratempos, segundo o meia Marcinho, referência do meio de campo do Papão, precisam ser superados com muita disposição para que o time consiga um bom resultado no jogo de ida da final da Copa Norte.
“Não vai ter cansaço, não vai ter nada que possa nos atrapalhar na partida”, assegurou. “É superação. É jogar, ter garra, ter vontade”, recomenda Marcinho. Apesar da garra e vontade aconselhadas pelo meia, o Papão vai precisar ter a cabeça no lugar para chegar ao resultado, que lhe deixe em condições confortáveis para a partida de volta, dia 28, em Manaus. “É um jogo no qual precisamos ter bastante calma. Sabemos que a equipe deles não vai se atirar tanto. A gente tem de concluir bem as chances de gol que surgirem para levarmos a vantagem para o segundo jogo”, salienta.
Meia vai para a 2ª decisão pelo Paysandu
O meia comemora o fato de disputar a sua 2ª decisão vestindo a camisa bicolor – a 1ª foi a final do Parazão. “Estou muito feliz por estar em minha segunda final aqui no Paysandu, mesmo com pouco tempo de clube. Estou bastante motivado”, revela. Além disso, sobre o fato de o jogo ter passado da Curuzu, que está em obras, para o Mangueirão, Marcinho diz que a diferença está no gramado, mas em hipótese alguma no que diz respeito ao apoio da Fiel, que, conforme lembrou o meia, vem apoiando a equipe em qualquer estádio.
“A única diferença é o gramado. Se formos falar de torcedor, tanto na Curuzu como no Mangueirão o torcedor vai e nos apoia”, argumenta o apoiador. “O torcedor vem nos apoiando em todos os jogos. Como digo é o nosso 12º jogador”, ressalta o camisa dez do Papão, que vai para a sua 24ª partida pelo clube.
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