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Conselheira detalha atendimento a bebê que ingeriu maconha em Santarém

Nesta semana, um bebê de apenas oito meses precisou ser internado no Hospital Municipal de Santarém (HMS), no oeste do Pará, após ingerir maconha na madrugada. O caso ocorreu na terça-feira (12) e mobilizou a Polícia Militar e o Conselho Tutelar, que agiu rapidamente para garantir a segurança da criança.

Em entrevista exclusiva à RBA TV, Roselene Maria Andrade, vice presidente do conselho da criança e adolescente de Santarém, explicou as medidas iniciais adotadas. “Imediatamente a equipe de investigação do plantão tomou as medidas preliminares, que incluem levantamento de câmeras, registro de BO, encaminhamento para exame sexológico forense, encaminhamento da menor para a Unidade de Pronto Atendimento para que fossem tomadas as medidas preventivas de doenças sexualmente transmissíveis e gravidez indesejada”, disse.

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Ela também destacou o acompanhamento oferecido à criança após a entrada na unidade hospitalar. “A vítima foi acolhida, ouvida e a investigação agora no momento encontra-se recepcionada aqui pela Delegacia da Criança e Adolescente, onde vão ser tomadas as medidas investigativas pertinentes ao caso”, completou Andrade.

Segundo ela, o caso está amparado pela Delegacia de Inteligência Policial de Paragominas e as investigações estão avançadas. Contudo, devido ao prazo legal de investigação, eles devem pedir a prorrogação.

Assista a entrevista: 

De acordo com a Polícia Militar, a criança foi inicialmente levada à Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro Santo André pelos familiares e, em seguida, transferida para o HMS, onde recebeu atendimento pediátrico especializado. O pai da criança admitiu ser usuário de drogas e confirmou que a maconha encontrada em casa era dele.

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Na quarta-feira (13), o homem foi autuado em flagrante e passou por audiência de custódia. Segundo as autoridades, ele foi enquadrado por descumprimento do artigo 243 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), além de omissão imprópria prevista no Código Penal. Até o momento a criança permanece em observação e está em quadro estável.

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