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Suspeito é apontado em caso de morte de Matheus Ferreira

O desaparecimento e assassinato de Matheus Ferreira, de 22 anos, completa quase um mês e ainda gera comoção e pedidos de justiça. O jovem foi encontrado morto em uma cova rasa nas matas do Ariri, após 12 dias desaparecido, com sinais de tortura e vários tiros. Segundo as investigações, o crime teria sido motivado por dívidas e ameaças.

Em entrevistas exclusivas ao programa Bora Cidade desta quarta-feira (13), a mãe de Matheus, Dona Isis, e o advogado da família, Dorivaldo Belém, detalharam as circunstâncias que cercam a morte do jovem. Segundo eles, um homem apelidado de “Castanho”, teria ameaçado Matheus e pode ter relação com o homicídio. O suspeito está internado no Hospital Metropolitano após ter sido baleado em um atentado.

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Segundo a mãe de Matheus, o jovem vinha sendo pressionado por uma dívida que,  de acordo com ela, já havia sido quitada. “Ele pagou uma multa da moto e deu uma TV como parte do pagamento, mas depois receberam outra cobrança. Ele começou a receber ameaças e avisos de que iriam atrás dele”, disse a mãe.

De acordo com o advogado da família, Matheus teria sido vítima de um crime brutal, motivado por dívidas e ameaças. “É inconcebível que um jovem que estava começando sua vida profissional seja sequestrado e assassinado por isso. A sociedade precisa de respostas”, afirmou. Ele também denunciou a demora das autoridades em agir e pediu maior celeridade nas investigações.

De acordo com a defesa, “Castanho” tem histórico de crimes, envolvimento com torcida organizada e já havia ameaçado Matheus. A família solicitou à polícia a prisão preventiva do suspeito, que sobreviveu a um atentado ocorrido dois dias após o sepultamento do jovem, possivelmente motivado por uma organização criminosa.

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O advogado da família reforçou que todas as medidas legais estão sendo tomadas, incluindo representação junto à Delegacia de Homicídios e pedidos de força-tarefa para garantir que o suspeito seja detido, interrogado e responsabilizado pela participação no crime.

Assista a entrevista completa:

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